sábado, 1 de março de 2008

Degustação para celebrar o nosso Aniversario de 3 anos!!!

Caros enoamigos,

A nossa Importadora La Casa di Bacco, esta comemorando 3 anos no Mercado Brasileiro e para celebrar estes 3 anos de luta, parceria, amizade e muitos vinhos Italianos.
Nos juntamente com Mike Taylor estamos organizando um bello jantar harmonizado com os Vinhos da Vinicola Salvano.

Venham se deliciar conosco ...

Segue abaixo os detalhes, vinhos e pratos da noite.

Jantar com vinhos da Azienda Salvano: Un orgoglio in piu per il Piemonte !!!
http://www.salvano.com/

Data : Quinta feira, 08 de maio de 2008
Local : Ristorante La Finestra
Hotel Porto Bay Rio Internacional
Avenida Atlantica 1.500 – Copacabana.
Horario : 20:30h
Investimento : R$ 110,00 por participante.
Informacoes por email: riomikewines@yahoo.com

Paes variados, azeite de oliva e agua mineral

Primo piatto
Salmao sobre leito de abobrinhas grelhadas e creme de milho.
Vinho: Salvano Langhe Chardonnay 2005

Secondo piatto
Petalas de peru com tapenade de tomate seco e azeitonas, contorno de feijao de corda com queijo de coalho.Vinho: Salvano Barbaresco 2003

Terzo piatto
Filet Mignon ao sugo e azeite tartufado com batatas ao murro com pate de foie.
Vinho: Salvano Barolo 2001

Dolce
Panettone artigianale com delicada cobertura de raspas de laranja.
Vinho: Salvano DOCG Moscato D’Asti 2005

Cafe.

Para reservas entrem em contato com Mike Taylor ou com Simone Ferreira pelos emails: riomikewines@yahoo.com ou lacasadibacco1@yahoo.com.br

Aguardo todos voces la!!!

Enoabracos,
Simone Ferreira
LCB

Jantar EnoGastronômico em Piracicaba!

Caros Enoamigos,

O nosso Enoamigo Luiz Otavio de Piracicaba, esta organizando um belissimo jantar enogastronomico em Piracicaba e entre os vinhos selecionados para fazer parte deste evento, estao alguns de nossos vinhos, sao eles:

Salvano Prosecco Frizante
Salvano Prosecco Spumante

Salvano Roero Arneis 2005
Salvano Estorico Tinto 2005
Salvano Moscato d’Asti 2005
I Veroni Terre Del Pelecane 2004
I Veroni Chianti Rufina 2003

Vecchie Terre di Montefili Chianti Clássico 2002

Segue abaixo os detalhes do evento:

Jantar EnoGastronômico
Dia 15/03/2008 – Sábado – 19:00 horas
Local- Casa da Gisa – Piracicaba – SP
Realizador do evento- Luiz Otávio

Menu:
- Camburê ( sopa de milho verde com cambuquira )
- Penne tricolor com salmão em molho siciliano
- Escondidinho de bacalhau
- Frango caipira

Vinhos:
- Espumante Salton Brut
- Salvano Prosecco frizante
- Salvano Prosecco Spumante
- El Galgo Torrontes 2005
- Baumard Savennieres Clos de Saint Yves 1996
- Chapoutier Crozes-Hermitage Lês Meysonniers blanc 2000
- Touraine Lês Grandes Vignes Sauvignon 2005
- Touraine Lês Grandes Vignes Sauvignon 2001
- Salvano Roero Arneis 2005
- Vie di Romans Vieris Sauvignon 2000
- Vie di Romans Dessimis Pinot Grigio 2000
- Ca’Del Bosco Chardonnay Terre di Franciacorta 2000
- Fery-Meunier Savigny-les-Beaune 1ºCru Lês Vergelesses blanc 1997
- Chateau de Fonsalette Reserve 1997
- Chateau Grillet 1996
- Salvano Estorico tinto 2005
- Carinae Reserva Cabernet Sauvignon 2005
- I Veroni Terre Del Pelecane 2004
- I Veroni Chianti Rufina 2003
- Vecchie Terre di Montefili Chianti Clássico 2002
- Salvano Moscato d’Asti 2005

Preço por pessoa- R$ 80,00
21 vagas.
No caso do não preenchimento total de vagas, os vinhos abertos serão proporcional ao numero de pessoas ( 1 gf/pessoa ).
Obs- Alguns vinhos brancos mais velhos podem não estar nos seus melhores momentos.

Reservas- luizotaviol@uol.com.br

Boa degustacao e ate a proxima!!!

Simone Ferreira
LCB

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

Salvano Srl

Caros Enoamigos,

Hoje gostaria de falar um pouco sobre a Vinicola Salvano.

Esta Vinicola esta localizada no baixo Piemonte, a direita do Rio Tanaro, onde se estende uma terra conhecida pela suavidade das suas colinas e famosa pelos seus vinhos: a Langha. Em um vale verde sobre as colinas estao as videiras de Barolo e Dolcetto. No vale Talloria, esta localizada a cantina da Vinicola Salvano Srl.


Antigo e moderno, rustico e tecnologia, antigas tradicoes e inovacoes enologicas se encontram felizmente na nova cantina Salvano: de uma parte, modernos botes de aco inox, garantia de higiene, e uma completa linha de engarrafamento; do outro botes de carvalho e "barriques", onde reposam os grandes vinhos do Piemonte, Barolo, Barbaresco e Barbera barricata.

La Casa di Bacco, importa da Vinicola Salvano os vinhos: Barolo, Barbaresco, Barbera d'Alba, Roero Arneis, Gavi, Langhe Chardonnay, Moscato d'Asti entre outros.


Para obter maiores informacoes sobre os vinhos da Vinicola Salvano, entrem em contato conosco.
Fazemos entregas em todo os Estados do Brasil.
Enoabracos,
Simone Ferreira
LCB

Degustação em Paracicaba!!!

Caros Enoamigos de Piracicaba,

Nosso Enoamigo Luiz Otavio, esta organizando mais uma degustação e desta vez com os Vinhos da Vinicola Salvano, da Fratelli Borgogno e com 2 Supertoscanos da Tenuta Vecchie Terre di Montefili.

Segue abaixo os detalhes e quem quiser participar deste evento, entre em contato com o Luiz, pelo e-mail ou pelo telefone abaixo especificado:

Degustação de Vinhos Italianos
Importadora La Casa di Bacco
LOCAL: TRATORIA DI PIERO
RUA D.EUGÊNIA Nº 2239 Piracicaba SP
FONE: (019 ) 34335451 Luiz- 34241583
DIA: 06/03/2008 HORÁRIO: 20:00 hs

VINHOS APRESENTADOS:

1- Salvano Prosecco Frizante IGT Veneto
2- Salvano Prosecco Spumante IGT Veneto Extra Dry
3- Salvano Aliseo Vino da Tavola 2005
4- Salvano Langhe Chardonnay 2005
5- Salvano Roero Arneis DOCG 2005
6- Vecchie Terre di Montefili Vigna Regis 2002
7- Vecchie Terre di Montefili Bruno di Rocca 1999
8- Serio Borgogno Barolo Cannubi 2000

Após a degustação será servido:Tagliatelle e Brajola recheada com Funghi Porcini

Somente 15 vagas

PREÇO POR PESSOA: R$ 80,00

CONTATO: LUIZ OTÁVIO E-Mail- luizotaviol@uol.com.br

Boa degustação pra voces e aguardamos as novidades da noite.

Enoabracos,
Simone Ferreira
LCB

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

Barolo Cannubi- Fratelli Serio & Battista Borgogno


A Collina Cannubi, fica localizada em Barolo e la encima no topo esta localizada alem da Vinicola Fratelli Serio & Battista Borgogno as suas videiras de uvas Nebbiolo.
La Casa di Bacco, representa com muito orgulho aqui no Brasil os vinhos produzidos por esta Vinicola. Entre seus produtos esta o mais privilegiado, nao somente desta Vinicola como tambem da Regiao do Piemonte, seu filho mais ilustre o : Barolo denominado Barolo Cannubi, por ser feito com uvas Nebbiolo produzidas e vinificadas na Collina Cannubi. Sao poucos os produtores que possuem videiras nesta Collina. Entre os poucos podemos citar: Fratelli Serio & Battista Borgogno.
Segue abaixo as ultimas safras dos Vinhos vinificados nesta regiao:
1999
Dopo un inverno freddo e secco, le precipitazioni abbondanti di marzo e aprile (270 mm) unite a temperature superiori alla media hanno favorito un certo anticipo vegetativo. A seguire, maggio e giugno con temperature di 2 o 3 gradi superiori alla media, quindi luglio, agosto e settembre con tempo secco e molto caldo; inoltre agosto e settembre caratterizzati da notevole escursione termica hanno favorito la perfetta maturazione dei grappoli con formazione di profumi spiccati. Vendemmia mediamente anticipata di dieci giorni. Ne è derivata un’annata caratterizzata da vini bianchi profumati ed eleganti e vini rossi di notevole struttura e morbidezza; particolarmente elevata la qualità del Barolo che è risultato di grande struttura e complessità con piacevoli tannini fini. Notevole sarà la sua longevità.
2000
L’inverno è stato caratterizzato da rigide temperature e avaro di precipitazioni. Aprile e maggio molto piovosi (260 mm) con temperature appena nella media. Questa situazione climatica ha favorito un inizio vegetativo leggermente ritardato. Da giugno a settembre il tempo è stato secco e caldo con temperature che hanno spesso raggiunto i 36-37 °C. Piogge temporalesche sono arrivate particolarmente a fine agosto ed hanno favorito la perfetta maturazione. Le uve sono state raccolte, con una settimana di anticipo, sane ed integre, con acidità molto equilibrata. I vini prodotti sono di particolare pregio: eleganti e fini i vini bianchi, di notevole ricchezza e complessità Barbera, Barolo e Barbaresco.
2001
Finalmente un inverno nella norma con notevoli precipitazioni, due discrete nevicate (280 mm) con temperature molto fredde soprattutto durante il mese di marzo. Ad aprile tempo secco e temperature nella media hanno permesso l’inizio vegetativo in stato regolare. Maggio discretamente piovoso (90 mm) ha aiutato la formazione di riserve idriche preziose poi in estate. Da giugno ad ottobre, tempo secco con temperature elevate e notevoli escursioni termiche notte/giorno; soltanto due brevi temporali non significativi. La vendemmia è stata effettuata nella normalità: uve sane, specie Barbera e Nebbiolo provviste di bucce molto spesse. Nella storia degli ultimi 100 anni è eccezionale il caso di due ottimi raccolti consecutivi; non solo: con quest’ annata si annoverano ben 7 vendemmie da molto buone ad eccellenti per Barolo e Barbaresco. L’annata 2000, di enorme prestigio, è incredibilmente superata per Barolo e Barbaresco che riteniamo di livello grandioso.
2003
Un andamento climatico rigido e asciutto ha caratterizzato questo inverno. Aprile di buona piovosità ha permesso di fare una buona riserva idrica, che si è rilevata di straordinaria preziosità nel prosieguo dell’annata. A maggio è iniziata un’estate africana che è durata ben 4 mesi, senza escursioni termiche ad agosto e settembre. Queste condizioni climatiche oltre a preservare il vigneto da qualsiasi inizio di infezione crittogamica, hanno notevolmente accelerato il processo di maturazione. Il Nebbiolo (da Barbaresco e Barolo) ha raggiunto la maturazione fenolica a partire dalla terza decade di settembre quando è iniziata la raccolta finita il 5 ottobre. Con queste condizioni climatiche estreme, salvo per i vigneti giovani (fino a 6/7 anni) sofferenti di stress idrico, la vite ha portato a perfetta maturazione zuccherina e fenolica le uve, con rese però inferiori del 40% in media. Andando indietro negli anni ricordiamo condizioni climatiche similari nel 1947 e nel 1961: annate di grandissimo prestigio nonostante condizioni avverse. Il Barolo e il Barbaresco sono attualmente di grande struttura e con tannini fini. Solo dopo due anni comunque si potrà verificare lo sviluppo in fatto di complessità ed eleganza, ma già ora l’ottimo livello a cui appartengono fa apprezzare la loro grandezza.
2004
Dopo un inverno finalmente contrassegnato da tre nevicate abbondanti è arrivata una primavera particolarmente piovosa (450 mm di precipitazioni da marzo a maggio); condizioni climatiche benvenute: soprattutto in quanto la neve è servita a ripristinare le riserve idriche del suolo esaurite dalla calda e secca estate 2003. Favorito dal decorso stagionale e dalla forte gettata primaverile della vite, il carico di grappoli si è subito manifestato particolarmente abbondante; pertanto nell’operazione di sfogliatura si è già provveduto a diminuirne la quantità. Le condizioni climatiche estive sono state decisamente favorevoli: oltre tre mesi con temperature ideali e con assenza di precipitazioni; inoltre dai primi di settembre, fino a vendemmia, notevoli escursioni termiche giorno/notte, hanno favorito l’ingrossamento dei grappoli: pertanto è stato determinante il severo ed in alcuni casi drastico diradamento dei grappoli operato precedentemente. Questa delicata e costosa operazione ha favorito un’ideale maturazione di tutte le uve. Mai come quest’anno si è verificata una differenza qualitativa così marcata tra chi ha gestito intelligentemente la resa dei vigneti e chi ha lasciato sulla vite la quantità derivante dalla gettata primaverile che si è dimostrata veramente eccessiva.
Foto e texto tirados do site da Vinicola Fratelli Serio e Battista Borgogno.
Enoabracos,
Simone Ferreira
LCB


Tabela de Safras dos Vinhos Barolo, Barbaresco, Chianti Classico e Brunello di Montalcino.

Caros Enoamigos,

Segundo o site La Vinium, segue a classificacao das safras de alguns dos melhores vinhos Italianos.

Coloquei a classificacao apartir dos anos 90, mais se quiserem toda a classificacao, voces iram encontar na pagina: http://www.lavinium.com/italiano/annate.shtml

Safra 1990
Barolo
@@@@@
Barbaresco
@@@@@
Chianti Classico
@@@@@
Brunello di Montacino
@@@@@


Safra 1991
Barolo
@@@
Barbaresco
@@@
Chianti Clássico
@@@
Brunello di Montalcino
@@@

Safra 1992
Barolo
@@
Barbaresco
@@
Chianti Clássico
@1/2
Brunello di Montalcino
@@

Safra 1993
Barolo
@@@
Barbaresco
@@@
Chianti Clássico
@@@@
Brunello di Montalcino
@@@@

Safra 1994

Barolo
@@
Barbaresco
@@
Chianti Clássico
@@@
Brunello di Montalcino
@@@

Safra 1995
Barolo
@@@@
Barbaresco
@@@@
Chianti Clássico
@@@@@
Brunello di Montalcino
@@@@

Safra 1996
Barolo
@@@@@
Barbaresco
@@@@@
Chianti Clássico
@@@@
Brunello di Montalcino
@@@

Safra 1997
Barolo
@@@@@
Barbaresco
@@@@@
Chianti Clássico
@@@@@
Brunello di Montalcino
@@@@@

Safra 1998
Barolo
@@@@@
Barbaresco
@@@@@
Chianti Clássico
@@@@
Brunello di Montalcino
@@@@@

Safra 1999
Barolo
@@@@@
Barbaresco
@@@@@
Chianti Clássico
@@@@@
Brunello di Montalcino
@@@@@

Safra 2000
Barolo
@@@@1/2
Barbaresco
@@@@1/2
Chianti Clássico
@@@
Brunello di Montalcino
@@@

Safra 2001
Barolo
@@@@@
Barbaresco
@@@@@
Chianti Clássico
@@@@
Brunello di Montalcino
@@@@

Safra 2002
Barolo
@@
Barbaresco
@@
Chianti Clássico
@@1/2
Brunello di Montalcino
@@

Safra 2003
Barolo
@@@
Barbaresco
@@@
Chianti Clássico
@@@@
Brunello di Montalcino
@@@@

Safra 2004
Barolo
@@@@
Barbaresco
@@@@1/2
Chianti Clássico
@@@@1/2
Brunello di Montalcino
@@@@@

Safra 2005
Barolo
@@@@
Barbaresco
@@@@
Chianti Clássico
@@@@
Brunello di Montalcino
@@@@

Legenda:
@=mediocre
@@=discreta
@@@=buona
@@@@=ottima
@@@@@=eccellente

N.B. Per le vendemmie successive alla 2003, la classificazione è da considerarsi provvisoria.

Lembro aos Amantes de Bacco, que temos em estoque os vinhos das seguintes safras:

Barolo Cannubi 2000, safra classificada como @@@@1/2 Otima

Barolo 2001, safra classificada como @@@@@ Excellente

Barbaresco Riserva 2000, safra classificada como @@@@1/2 Otima

Barbaresco 2003, safra classificada como @@@ Boa

Chianti Classico 2002, safra classificada como @@1/2 Discreta

Brunello di Montalcino 1999, safra classificada como @@@@@ Excelente

Brunello di Montalcino 2000, safra classificada como @@@ Boa

Para maiores informacoes entrem em contato conosco pelo email: lacasadibacco1@yahoo.com.br.
Enoabracos,

Simone Ferreira
LCB

Vecchie Terre di Montefili

Caros Enoamigos,

No site: http://www.acquabuona.it/, o Sig Pardini Fernando, visitou em Setembro de 2007 a Vinicola Vecchie Terre di Montefili na Toscana.
Segue abaixo a entrevista na integra pra voces.

Toda a informacao e fotos foram retiradas do site italiano: Acquabuona.


Parlare di Montefili non è come parlare di un posto qualsiasi. Almeno per quanto mi riguarda. Troppi i ricordi, che poi sono ricordi di viaggiatore. A quel crocicchio d'alta collina infatti, una trentina d'anni fa, e per diversi anni a seguire, la 127 rossa di mio padre arrivava regolarmente arrancando, per via del viaggio che cominciava a farsi sentire e per via di quell'ultimo strappo in salita - fatto di curve, bosco e polvere bianca- che ti toccava fare se ti prefiggevi, come noi ci prefiggevamo, di raggiungere Montefili arrivandoci dalla Badia a Passignano. A quel crocicchio la sosta era inevitabile, sia per far riposare il motore dopo le fatiche della ennesima gita fuori porta, sia per far riprendere i passeggeri (soprattutto il sottoscritto, immancabile sul sedile posteriore) dalle conseguenze del perdurante sballottamento, sia soprattutto per prendere la decisione fatidica della giornata: " dove si va?". Eh sì, perché dalla Versilia partivamo alla buon'ora con destinazione Chianti Classico, ma dove andare in particolare spesso lo decidevamo lì per lì, a Montefili, consueto crocevia di un passaggio pressoché obbligato. Capitava così a volte di proseguire a diritto e planare su Greve dal colle ripido di Montefioralle, e allora la sosta mangereccia al Verrazzano (con risultati alterni a dire il vero) non era cosa rara, oppure di girare a destra per inoltrarsi nella Conca d'Oro panzanese ed azzardare persino le terre senesi. In quel caso, sosta obbligata (e mangereccia) da Montagliari. Quasi sempre, alla sera, eravamo spossati; la 127, più rossa del solito. Nello stesso tempo, e me ne accorgo oggi più che allora, i ricordi si stavano riempiendo di qualche cosa di incancellabile.

A un passo da quel crocicchio di collina, fra Greve e Panzano, ecco che l'azienda agricola Vecchie Terre di Montefili fece la sua timida comparsa ( quanto meno nell'immaginario mio) agli inizi degli anni '80. Ce ne accorgemmo non tanto dai segnali stradali quanto da un inatteso (per quanto ci colpì) Chianti Classico 1982, probabilmente acquistato da mio padre all'Enoteca di Greve durante una di quelle trasferte là. Quella bottiglia ci informò di una presenza nuova nel panorama chiantigiano. Di più, quel vino segnò come uno spartiacque nella mia acerba consapevolezza enoica: non so perché ma mi piacque molto più di altri (che so, al pari di un Savignola Paolina degli anni '70, o di un Riecine) al punto da ricordarne ancora la sensazione di corpo e finezza finalmente fuse, e quella fisionomia compiuta, perfetta, "senza grinze", davvero inusuale per un Chianti di allora. Quel vino pareva avesse il dono di una maggiore consapevolezza di sè, ecco cos'era. Da semplici appassionati quali eravamo, non ci azzardammo mai a bussare a quell'indirizzo, ma i nostri passaggi da Montefili, da lì in poi, furono ravvivati da una certezza in più e da un vino nuovo di nostro gradimento . Ebbene, se quel Chianti ha segnato il mio tempo di bevitore in erba, quasi certamente ha segnato anche quello di Roccaldo Acuti, il proprietario della novella impresa, perché da quel vino cominciò una avventura nuova, che ha portato una famiglia di imprenditori pratesi ad innamorarsi del Chianti. Un amore per la vita. Di più, se un imprenditore che investe nel mondo del vino può considerarsi cosa ovvia (a quei tempi forse lo era un po' meno), non possono di certo considerarsi cosa ovvia i vini che a Montefili sono nati. Perché fin dai primi loro passi qualcuno intuì che alla loro riuscita andava contribuendo in maniera decisiva un alleato insostituibile: il suo nome era terroir.

Roccaldo Acuti acquistò la proprietà nel 1979, con l'idea in testa di produrre vino importante da potersi vendere bene. Obiettivo centrato, potremmo dire alla luce dei fatti. Fu così che, grazie all'ausilio professionale e umano di Vittorio Fiore, la stoffa di quei solidi rossi dallo squillante spirito chiantigiano iniziò a far parlare di sé. Non una flessione degna di nota, non una defaillance lungo il percorso. Anzi, semmai, oggi che ne apprendo gli sviluppi e i nuovi entusiasmi, mi pare che il tutto si stia traducendo in carattere e personalità ancor più manifesti. Sono vini rossi intriganti questi qua, caratteriali, longevi, figli legittimi di un terroir diverso ed eccezionale, dove l'altitudine sostenuta (siamo a 500 metri slm!) e l'anima galestrosa dei suoli giocano da par loro sulle fisionomie e le attitudini, qualunque sia il vitigno in questione. Qui, è inutile girarci attorno, sono nati due fra i vini più emblematici del Chianti: Bruno di Rocca ed Anfiteatro; con il primo (blend di cabernet sauvignon e sangiovese) che ha cavalcato e vinto la sfida apportata alla stagnante situazione di un tempo dai Supertuscan, distinguendosi puntualmente dal sempre più nutrito novero dei vini di fantasia (non esenti da anonimato) per via del carattere fiero e della rara intensità gustativa; e con il secondo, nato per onorare le potenzialità del sangiovese "d'altura", che ha annoverato prestazioni di rilievo anno via anno, messe in luce anche da recenti verticali, e dove pienezza, tessitura e charme appartengono di diritto all'aristocrazia vinosa regionale. Qui, in piena corrispondenza euritmica con le condizioni microclimatiche dei luoghi, i vini se ne escono lenti, "progressivi", tannicamente incisivi in gioventù, ma con una profondità d'intenti ed una propensione all'invecchiamento che trovano pochi eguali. Sono vini che vogliono tempo. Se glielo concederete quel tempo, sapranno ripagarvi.

Oggi, giornata calda e settembrina, con un sangiovese promettente ancora da vendemmiare, mi ritrovo a Montefili in compagnia dell'autentico "factotum" della tenuta: Tommaso Paglione, enologo di casa nonché genero di Roccaldo. Da qualche tempo ha preso in mano le redini della conduzione enologica, non disperdendo affatto le conquiste di una storia venticinquennale ad alta dignità, ma apportando semmai entusiasmo (autentico) e reale sensibilità interpretativa verso una materia difficile come il sangiovese, soprattutto se stiamo alle non così infrequenti bizzarrie climatiche degli ultimi anni. Ebbene, negli anni 2000 la produzione di Montefili ha partorito una serie di vini di rara compattezza qualitativa. Oggi, insieme a Tommaso, visito gli impianti di sangiovese messi a dimora recentemente e assaggio gli acini nel famoso anfiteatro


Ho l'onore poi di fare un piccolo ripasso delle annate nuove, per sorprendermi ancora di fronte alla seducente personalità del Chianti Classico 2004, in cui freschezza, sfumature e una struggente aulicità ne esaltano l'invidiabile profilo (e reclamano la dignità di una Riserva); oppure di fronte alla profondità del Bruno di Rocca 2004, come sempre volitivo, infiltrante, balsamico, caratteriale; o alla incredibile nobiltà d'animo dell'Anfiteatro 2004, un conseguimento raro in cui la freschezza acida si fa pervasiva e la classe tannica sopraffina, a decretare una delle prestazioni migliori di sempre. E dopo essermi piacevolmente dissetato con il simpatico e profumato Vigna Regis 2005, unico bianco della casa, curioso blend di chardonnay e sauvignon, con un pizzico di gewurz, rimango di sasso di fronte alla prova di botte (botte grande) del Chianti Classico 2006, perché nettezza, equilibri e qualità di frutto sono quelli del vino superiore. Il campione di botte (piccola) destinato all'Anfiteatro 2006 possiede invece materia più concentrata e bocca volumica (c'era da attenderselo), e sfodera un finale di sontuosa dolcezza tannica. Infine, a pochi giorni dall'imbottigliamento, raccogliamo dalla vasca un campione di Chianti Classico 2005: rubino senza forzature, naso freschissimo e minerale, speziato, elegante, aggraziato; beva reiterata, ritmo, sentimento, tipicità...
Setembro 2007 by Sig. Pardini Fernando.
Enoabracos,
Simone Ferreira
LCB