quarta-feira, 7 de maio de 2008

La Casa di Bacco na L'Orangerie

Caros Enoamigos,

Estaremos em breve realizando uma degustação na Loja L'Orangerie em Laranjeiras, desta vez contaremos com a presença do conceituado Valdiney Ferreira.

Na ocasião degustaremos 06 vinhos do nosso portifoglio sao eles:

Chianti Rùfina DOCG 2003- Fattoria I Veroni
Rosso di Montalcino DOC 2002- Azienda Podere Brizio
Prosecco Veneto Spumante- Salvano Srl
Barbera d'Alba DOC 2004- Salvano Srl
Barbera d'Alba " Maestrale" DOC 2004- Salvano Srl
Diano d'Alba DOC " Fosco" 2004- Salvano Srl

Em breve estarei publicando todos os detalhes da degustação tais como, data, horário e valor do convite.

Enoabraços,
Simone Ferreira
La Casa di Bacco

sexta-feira, 2 de maio de 2008

Expovinis 2008!!!




Visitei a Expovinis nos dias 28 e 29 de Abril. Na chegada achei muito desorganizado pois tinha filas gigantes e ninguém sabia onde e como pegar a identificação. Tinha feito pela internet para minimizar o tempo e não adiantou nada pois a fila estava longa e so tinha uma pessoa atendendo. Depois de alguns mais exaltados reclamarem os organizadores colocaram mais duas atendentes o que melhorou muito o andamento da fila.

Os Stands eram um show a parte todos eram gigantes, lindos, uns ate exageradamente vistosos e com lindas mulheres na entrada para alegria dos olhos masculinos presentes na Feira e também para meus amigos Italianos ( Mario Bulgari e Nicola Cerini) que ficaram deslumbrados com tal seleção.

Achei muito bonito (todas as nossas meninas estão de parabéns) mais não tao importante uma vez que tudo isso não e o que realmente interessa numa Feira de Vinhos. O convidado especial da Feira era o Vinho e não todo esse exagero visual nos Stands. Fui visitar um dos stands mais lindos da Feira e no entanto o vinho estava praticamente congelado, impossibilidando degustar e apreciar suas qualidades.

A temperatura ainda e um grande problema no Brasil. O fato de sermos um pais tropical e a nossa temperatura ambiente não ser a ideal para o servico de um vinho encorpado. O velho balde de gelo ainda e o inimigo numero um do vinho. Pois muitas vezes o vinho e esquecido dentro do balde e e servido congelado. Causando um prejuízo ao vinho, a importadora e ao degustador.
Mais devo dizer que o extra congelamento de líquidos não e exclusividade dos vinhos mais também de água, cerveja e sucos servidos em qualquer restaurante. A temperatura e um dos pontos mais importantes e deve ser revisto pelos proprietários de restaurantes.

Também o fato da epicure ser praticamente dentro da expovinis atrapalhou um pouco porque as pessoas estavam fumando e tinha odor de charuto em todos os cantos o que não ajuda muito na hora de analisar um vinho.

Nossa Importadora La Casa di Bacco, não tinha Stand na feira mais eu fui visita-la assim revi alguns enoamigos, conheci varias pessoas, fiz alguns contatos e pude apreciar o trabalho de todas as importadoras que estiveram presentes no Evento, parabéns a todos e espero que todas tenham feito ótimos negócios. Nos vemos em 2009!!!


Enoabracos,
Simone Ferreira

sábado, 26 de abril de 2008

Expovinis

Caros Enoamigos,

Amanhã estarei indo para São Paulo para visitar a 12ª edição da Feira Expovinis.
Este evento e considerado o maior salão Internacional do Vinho na América Latina. A Feira será realizada entre os dias 28 a 30 de Abril 2008 no Transamerica Expo Center. E contara com a presença de consumidores, compradores, sommeliers e todos aqueles que estão ligados a este setor.

A nossa Importadora La Casa di Bacco, não estará expondo na Feira, mais eu irei visitar a Feira para ver as novidades no setor, rever os amigos e também aproveitar para passar alguns dias na Capital Paulista.

Estarei alguns dias longe do Blog mais quando voltar irei contar todas as novidades.

Enoabraços e ate breve,
Simone Ferreira
LCB

sexta-feira, 25 de abril de 2008

A Feira Nacional do Tartufo Branco de Alba


Caros Enoamigos,

Havíamos falado ontem sobre a Douja D’or e hoje vamos falar um pouco sobre a Feira do Tartufo, que este ano será a edição de numero 78.

Esta e uma festividade muito aclamada e famosa na região do Piemonte. A famosa Feira Nacional do Tartufo será realizada na cidade de Alba entre o dias 04 Outubro- 09 Novembro 2008.
Vários acontecimentos se desenvolvem no centro histórico de Alba ao longo da Via Maestra, rua esta onde se concentra a maioria dos negócios, construções antigas e as torres de Alba. Ao final desta rua se encontra a Piazza Resorgimento, onde acontece:


O Festival da Bandeira ( tipo uma dança feita com bandeiras no ar com belas coreografias)

O Paglio delle Asini (corrida maluca com burros na praça)


Mercado Mundial do Tartufo dentro do Cortile della Maddalena, que está localizado ao longo da Via Maestra e lá podemos ver, degustar e comprar o tão famoso tartufo, encontra-se também vinhos da Região e pratos típicos da cozinha Piemontese.

A noite branca onde todos os negócios, museus e vários eventos pela cidade permanecem abertos durante toda a noite.

O leilão do maior tartufo encontrado na região. A cada ano um artista famoso Italiano ou não participa do leilão.

E a inauguração oficial da Feira que acontece no Teatro Social de Alba este ano de 2008 será inaugurada pelo Príncipe Alberto de Mônaco.

A Feira do Tartufo traz para a cidade de Alba milhares de turistas e é uma festividade que vale a pena ser conferida. Quem tiver a oportunidade de conhecer a cidade durante este período não ira se arrepender.

Enoabraços com gostinho de tartufo e até a próxima,
Simone Ferreira
LCB

quinta-feira, 24 de abril de 2008

Prêmio Douja D’or

Caros Enoamigos,

A regiões do Piemonte e da Toscana são lugares belíssimos cheios de paisagens lindas, colinas, castelos, culturas e vinhos esplendidos.

O escritório de compras da nossa Importadora, está localizado na linda e pequenina cidade de Alba-Piemonte (dirigido pelo nosso sócio italiano Mario Audisio). Uma cidade cheia de cultura, colinas e é vizinha as ilustres cidades onde nascem várias jóias Piemonteses como o Barolo, Barbaresco e tantos outros.


Langha Piemontese

Vista do Castello di Barolo

Durante todos os meses do ano acontecem festas, manifestações e encontros enolôgicos na Região para conhecer as novas safras, degustar os novos produtos e etc.

No mês de Setembro acontece a grande manifestação da Douja D’or na cidade de Asti no Palazzo del Collegio apartir do dia 12 até o dia 28 de setembro de 2008.
Este ano se realizará o 42° Douja d’or, onde acontecem vários eventos de vinhos, encontros temáticos, degustações, espetáculos além de apresentar os vinhos que receberam o Prêmio Douja D’or.

O Prêmio Douja D'or vai para os vinhos que superarem os 85/100 pontos.

A seleção

Os técnicos e espertos degustadores da O.N.A.V. (Organizzazione Nazionale Assaggiatori di Vino)em várias seções examinam organolepticamente as amostras, precedentemente anônimas. O exame organoléptico consiste em uma rigorosa valutação visivel (limpidez, cor, efervescência, ecc.), olfativa (perfume, aroma, bouquet, franqueza, ecc.) e gustativa (vinosidade, alcool, corpo, harmonia, retrogusto ecc.).
Passando por todos esses testes e chegando a pontução 85/100 os vinhos recebem os prêmios do Concurso.

Os Prêmios
O "Prêmio Douja d'Or" vem atribuido da Commissioni dell'O.N.A.V. somente aos vinhos que na fase de degustação, conseguem pelo menos 85 pontos sobre 100. São pontuações particularmente rigorosas que somente os vinhos que possuem características de elevadas qualidades conseguem.
Os integrantes organizadores fazem escolhas de alta qualidade para oferecer aos consumadores pontos de referimento para escolha de seus futuros vinhos.
Os vinhos que conseguem a pontuação superior a 90/100 são premiados ainda por uma comissão técnica que em relação as suas excelentes características qualitativas, atribuem a eles um prestigioso reconhecimento que é o "Oscar della Douja d'Or".

O Selo Douja D'or
Os vinhos premiados no "Concorso Enologico Nazionale Douja d'Or" possuem o selo "Prêmio Douja d'Or", distinção autorizada pelo Ministerio da Agricultura Italiana.

No ano de 2006 o Vinho Barolo DOCG da safra de 2001 da Azienda Salvano SRL de Diano d’Alba recebeu o Prêmio Douja D’or e todas as amostras da safra 2001 receberam o selo Douja D’or.

Este ano de 2008 a Azienda Salvano SRL tem no Concurso os vinhos:

Barbaresco DOCG 2003
Langhe Chardonnay DOC 2006
Trabuch Langhe Rosso DOC 2004

Vale lembrar que a La Casa di Bacco tem em estoque os vinhos:

Barolo DOCG 2001- Ganhador do Prêmio em 2006
Barbaresco DOC 2003- Concorre ao Prêmio em 2008
Langhe Chardonnay DOC 2005 entre outros.

Curiosidade

Se escreve “Douja” e se le “dùia” .
Assim se chamava o antigo e “barrigudo” recipiente do campo usado nas cantinas para entornar e conter o vinho.
Na edição de 1968, pela primeira vez o logo da manifestação aparece (em um desenho de um pintor Leuda) o característico Jarro, la Douja, que na ocasião era pintado de ouro (d’oro) daí vem o nome D’or. Ficando assim o famoso Douja D’or.

Enoabraços e até breve,
Simone Ferreira

quarta-feira, 23 de abril de 2008

Chianti Rùfina DOCG

Caros Enoamigos,
O Vinho Chianti Rùfina também faz parte da gama de vinhos da Toscana e é um dos vinhos famosos na Região da Toscana. Sua história se perde nos séculos e vale a pena conhecer um pouco da história desse vinho. A nossa Importadora também importa o Chianti Rùfina DOCG, temos em estoque a safra 2003 da Fattoria I Veroni que está localizada em Pontassieve.
Para saber detalhes do vinho entre em contato conosco ou clique na imagem do vinho nesta página para saber detalhes. Espero que gostem da leitura e qualquer dúvida entrem em contato conosco.
Storia e regolamentazione

L'origine del vino "Chianti" si perde nei secoli, ma ha avuto la sua consacrazione nell'800 e con il D.M. 31/7/1932 è stata stabilita la prima delimitazione del territorio con le specificazioni geografiche "Classico", "Colli Aretini", "Colli Fiorentini", "Colli Senesi", "Colline Pisane", "Montalbano", "Rùfina". A queste si è aggiunta con Decreto 8/9/97 la sottozona "Montespertoli".
"Rùfina" è la più piccola delle specificazioni geografiche del Chianti e occupa una superfice territoriale di 12.483 ettari. Sulle sue colline che si protendono verso gli Appennini, l'origine delle viticoltura è antichissimo e i vini della zona della Rùfina erano molto rinomati già prima dell'epoca granducale.
Il "Chianti" ha ottenuto la Denominazione di Origine Controllata con il Decreto del Presidente della Repubblica 9/8/1967, nel quale si fissano le caratteristiche in un apposito Disciplinare di Produzione, nelle varie sottozone sono previste per il vino modalità produttive più restrittive e requisiti particolari.
Il "Chianti" ha visto inoltre riconoscere il suo particolare pregio con la Denominazione di Origine Controllata e Garantita, D.P.R. 2/7/1984. Da quel momento i vini "Chianti", oltre ai controlli già previsti, devono sottostare ad un esame organolettico da parte di Commissioni statali di degustazione presso le Camere di Commercio e a specifiche analisi chimiche. Solo dopo aver superato tali esami i "Chianti" possono essere imbottigliati e venire contraddistinti da un contrassegno d.o.c.g. che ne attesta la validità.
Il Decreto Ministeriale 5/8/1996 con alcune sue successive modifiche ha approvato l'attuale Disciplinare di produzione dei vini a denominazione di origine controllata e garantita "Chianti", nel quale le caratteristiche riguardanti il "Chianti Rùfina" sono le seguenti:

Chianti Rùfina D.O.C.G.

Vitigni: Sangiovese: dal 75 al 100%

Canaiolo: fino al 10%

Trebbiano toscano e Malvasia del Chianti singolarmente o congiuntamente: fino al 10%

Vitigni a bacca rossa raccomandati e/o autorizzati: fino al 10%

Resa: massimo 80 quintali di uva ad ettaro

Nuovi impianti: almeno 3.300 piante ad ettaro

Resa massima dell'uva in vino finito: non superiore al 70%

Zona di produzione: parte dei Comuni di Dicomano, Londa, Pelago, Pontassieve e Rùfina tutti siti in provincia di Firenze

Entrata in produzione vigneti: quarto anno dall'impianto

Vinificazione: all'interno della zona di produzione "Chianti Rùfina"

Titolo alcolometrico volumico naturale minimo delle uve "Chianti Rùfina": 11%

Data immissione al consumo: non prima del 1 giugno dell'annata successiva a quella di produzione delle uve

Caratteristiche all'atto dell'immisione al consumo:

Colore: rubino vivace, tendente al granato con l'invecchiamento

Odore: intensamente vinoso, talvolta con profumo di mammola con più pronunziato carattere di finezza nella fase di invecchiamento

Sapore: armonico, asciutto (con un massimo di 4 g/l di zuccheri riduttori), sapido, leggermente tannico, che si affina col tempo al morbido vellutato. Il prodotto dell'annata che ha subito il "governo" presenta vivezza e rotondità

Titolo alcolometrico volumico totale minimo: 12%

Acidità totale minima: 5‰

Estratto secco netto minimo: 22‰

"Chianti Rùfina Riserva": invecchiamento minimo 2 anni di cui almeno 3 mesi di affinamento in bottiglia.

Titolo alcolometrico volumico totale minimo al consumo: 12,5%

Confezionamento: per le capacità pari o superiori a litri 0,375 e fino a 5 litri: bottiglia "bordolese"; "fiasco toscano": fino a litri 2.

Chiusura: tappo sughero raso bocca.

Nella zona di produzione del "Chianti" solo da poco tempo è stata approvata la regolamentazione di un prodotto di antiche tradizioni: il Vin Santo.
La zona di produzione del "Vin Santo del Chianti Rùfina" a denominazione di origine controllata coincide con quella del "Chianti Rùfina" a denominazione di origine controllata e garantita al quale si affianca , con la possibilità di mutuarne l'Albo dei Vigneti.
Il disciplinare di Produzione della d.o.c. "Vin Santo del Chianti" è stato approvato con Decreto 28/8/1997 e rappresenta un'importante tappa per la valorizzazione di un prodotto così tradizionale per la viticoltura di qualità toscana.

Vin Santo del Chianti Rùfina D.O.C.

Vitigni:Trebbiano toscano e Malvasia del Chianti singolarmente o congiuntamente:minimo 70%
Vitigni a bacca bianca e/o rossa raccomandati e/o autorizzati:massimo 30%
Per la specificazione "Occhio di Pernice":Sangiovese:minimo 50%
Vitigni a bacca bianca e/o rossa raccomandati e/o autorizzati:massimo 50%

Resa: massimo100 quintali di uva ad ettaro

Nuovi impianti: almeno 3.300 piante ad ettaro

Resa massima dell¹uva in vino finito al terzo anno:non superiore al 35%

Zona di produzione:parte dei Comuni di Dicomano, Londa, Pelago, Pontassieve e Rùfina tutti siti in provincia di Firenze

Vinificazione: all'interno della zona di produzione "Chianti Rùfina" Contenuto zuccherino al termine dell'appassimento naturale delle uve:non inferiore al 27%

Ammostamento delle uve: non prima del 1 dicembre dell' anno di raccolto e non oltre il 31 marzo dell'anno successivo

Vinificazione e invecchiamento:in recipienti di legno (caratelli) di capacità non superiore ai 5 ettolitri

Data immissione al consumo:non prima del 1 novembre del terzo anno successivo a quello di produzione delle uve

Caratteristiche all'atto dell'immisione al consumo:

Colore: dal giallo paglierino al dorato, all'ambrato intenso

Odore: etereo, intenso, caratteristico

Sapore: armonico, vellutato, secco o con più pronunciata rotondità per i tipi abboccato, amabile, dolce

Titolo alcolometrico volumico totale minimo: 16%, di cui: almeno il 13% svolto ed un massimo del 3% da svolgere per il tipo secco e almeno il 13% svolto e un minimo del 3% da svolgere per il tipo amabile

Acidità totale minima:4,5% nel tipo secco e 5% nel tipo amabile

Acidità volatile massima: 1,6”

Estratto secco netto minimo: 21” Per la specificazione "Occhio di Pernice"

Colore: dal rosa intenso al rosa pallido

Odore:caldo, intenso

Sapore: amabile o dolce, morbido, vellutato e rotondo

Titolo alcolometrico volumico totale minimo:17%, di cui: almeno il 14% svolto

Acidità totale minima: 4”

Acidità volatile massima: 1,6”

Estratto secco netto minimo:26%

"Vin Santo del Chianti Rùfina Riserva" e "Vin Santo del Chianti Rùfina Occhio di Pernice Riserva":immissione al consumo non prima del 1 novembre del quarto anno successivo a quello di produzione delle uve.

Confezionamento:in bottiglie di capacità non superiore a litri 0,75.

Chiusura: tappo sughero raso bocca.

Enoabraços e até a próxima,

Simone Ferreira

LCB

sábado, 19 de abril de 2008

Vinhos IGTS e S'Antimo DOC

Caros Enoamigos,

Existem dentro da Toscana várias categorias de vinhos: DOCG, DOC, S'ANTIMO DOC, IGT Supertoscano e IGT.
Temos dentro da nossa seleção além de 4 vinhos Supertoscanos apontados por nós anteriormente. Temos também um DOC S'Antimo e dois IGTS Colli della Toscana Centrale. Segue abaixo as especificações:

Leonensis S'Antimo DOC

Vinificação e Envelhecimento: Produzido com uvas 50% Sangiovese, 30% de Merlot e 20% de Cabernet Sauvignon da zona de Montalcino. Vinificação com longa maceração da película e fermentação em tonéis de aço com remontagem a temperatura controlada; depois da fermentação tumultuosa o vinho é passado para a madeira nova de carvalho onde acontece a fermentação malolática. Sua maduração é feita em barrils de 300 e 500lt de madeira Allier por 12 meses. E seu afinamento em garrafa por 6 meses.
Teor alcoólico: 14%
Cor: Vermelho violáceo e intenso.
Perfume: Intenso, ainda herbáceo da videira, de frutas vermelhas( ameixa, amora) e também de groselha com o final fresco de raiz doce, ruibarbo e cacau.
Sabor: Sápido, seco, caloroso, harmônico; o tanino aparece e enche o paladar mais não cobre a parte frutada.
Combinação: Pratos de carne assada, selvagens, pastas e queijos envelhecidos.
Serviço: Servido em taças de tulipas amplas e a sua temperatura de serviço é de cerca 19-20° C. É aconselhável decantar o vinho.

Vigna Regis IGT

Vinificação e Envelhecimento: Produzido com uvas 80% de uvas Chardonnay, 15% Sauvignon Blanc e 5% Gewurt- Traminer. Fermentação de 6-7 meses em barril. E afinamento em garrafa mínimo de 12 meses.
Teor alcoólico: 12,5%.
Cor: Palha bastante intenso.
Perfume: Fino, amplo e complexo, com ligeiro perfume de frutas exóticas e de frutas cristalizadas.
Sabor: Harmônico e aveludado, cheio e sápido, com longa persistência ao paladar.
Combinação: Acompanha patê de fígado, crustáceos e queijos.
Servido em taças de tulipas grandes e a temperatura de serviço è de 14-16° C.

Terre del Pelacane IGT

Vinificação e Envelhecimento: produzido com uvas 50% Merlot e50% Sirah. Sua fermentação é feita durante 15 dias e a maduração por 12 meses em carvalho francês de 500 litros. Segue um afinamento em garrafa por alguns meses.
Teor alcoólico: 13,5%
Cor: Vermelho rubi com reflexos violeta escuro, consistência cromática quase impenetrável.
Perfume: Frutas maduras de bosque em particular amora, especiarias e cacau amargo.
Sabor: Encorpado, morbido, delicado con final persistente com grande equilibrio e elegância.
Combinação: Pratos à base de carne vermelha, carnes de animais selvagens e carne branca.
Serviço: Servido em taças de tulipas médias. A temperatura de serviço é entre os 18° C.


Esses vinhos fazem também parte do nosso portifoglio. Para detalhes e catálogo completo e preços, entrem em contato conosco.
Enoabraços,
Simone Ferreira
LCB