terça-feira, 18 de março de 2008

A degustação- Exame Olfativo

Caros Enoamigos,

Vamos falar um pouco sobre a arte de degustar- Parte II

O segundo exame feito da técnica da “degustação” é aquele “Olfativo”, onde vamos analizar o perfume e aroma do vinho, com base nos seguintes parâmetros:

1-Intensidade
2-Persistência
3-Qualidade
4-Descrição



Intensidade

É a “força do impacto” olfativo que se exala no ato de sentir o perfume do vinho e é eminentimente de caráter quantitativo.

Muito Intenso
Se diz de um vinho rico de estímulo proveniente dos vários aromas, das técnicas de fermentação, ou de uma boa maduração, é muito provocante e envolvente.

Intenso
Se diz de um vinho rico de aromas estimulantes aos quais a saturação chega num ligeiro largo período de tempo àquele que degusta o vinho.

Bastante Intenso.
Se diz de um vinho com estímulos leves e delicados.

Ligeiro ou Leve
Se diz de um vinho que apresenta um perfume pouco evidente e pouco pronunciado.

Tênue
Se diz de um vinho que pela pouco e ligeiro perfume quase não estímula o olfato.


Persistência
É um referimento ao nível de intensidade avaliado precedentemente

Muito Persistente
Se diz do vinho caracterizado de uma sucessão de sensações muito ricas, contínua e muito prolongada.

Persistente
Se diz de um vinho que tem uma sucessão de estimulantes aromas , importantes e prolongados.

Bastante Persistente
Se diz de um vinho com uma suficiente sucessão de aromas estumulantes.

Pouco Persistente
Se diz de um vinho que apresenta poucas sucessões de estímulos.

Franco
Se diz de um vinho que quase não possui sucessões de perfumes.


Qualidade
É a “capacidade” do vinho de satisfazer o olfato e qualificar em senso absoluto a sensação olfativa percebendo um valor positivo ou negativo no caráter da “intensidade”.

Muito Fino
Indica um perfume muito distinto e muito agradável.

Fino
Indica um perfume distinto e agradável.

Bastante Fino
Indica um perfume suficientemente fino e agradável.

Comum
Indica um perfume mediocre e de pouco valor.

Grosseiro
Indica um perfume fraco e de nenhum valor.


Descrição
É todo o conjunto de sensações que experimentamos quando cheiramos o vinho.

Amplo
Vinho de grande expansão odorosa, com vàrias e diversificadas matizes conferidas de muitas substâncias, de normas evoluídas no tempo. O produto manifesta um perfume envolvente, delicado e fino.

Aromático
Vinho que o perfume lembra em maneira preponderante a uva da qual proviene. É constante no tempo manifestando as características da uva aromática.

Herbáceos
É o perfume típico de algumas variedades como Cabernet Franc, o Merlot, etc. ; lembra o perfume de erva apenas colhida.

Etéreos
Cheiro característico dos vinhos maduros cujo os perfumes frutados cederam e o perfumes etéreos sao evidentes.

Florais
Vinhos jovens cujo os aromas manifestam perfume de flores.

Frutados
Vinhos jovens cujo os aromas lembram perfumes de frutas frescas.

Fragante
Nos vinhos jovens indicam um conjunto de perfumes que manifestam odores frutados e floreais. Nos vinhos maduros e de qualidade manifestam ligeiros perfumes de fruta madura, de flores e de outros preciosos perfumes delicados e finos.

Nítido
Perfume bem definido e puro, que não apresenta interferência.

Penetrante
Vinhos cujo os componentes voláteis possuem tanta intensidade que chegam a disturbar o receptor olfativo com o seu perfume forte.

Especiária
Os vinhos madurados mais ou menos ao longo, primeiro em tonel e depois em garrafa, apresentam um conjunto de perfumes que conduzem as especiárias tais como: baunilha, canela, pimenta, noz moscada etc.

Vinoso
Perfume de um vinho apenas feito que pronúncia a juventude do produto ao qual o cheiro lembra aquele do mosto da fermentação. Típico dos vinhos tintos nos primeiros anos de vida.

Enoabracos,

Simone Ferreira

LCB


segunda-feira, 17 de março de 2008

A degustação- Exame Visual

Caros Enoamigos,

Vamos falar um pouco sobre a arte de degustar- Parte I

A “degustação” de qualquer produto alimentar e particularmente de um vinho, consiste em analizar o produto através da vista, olfato, do sabor e do tato para configurar as suas características ou propriedades visiva, olfativa, e gustativa ou seja valutar a sua “qualidade”.
O simples ato de beber um vinho se diferencia unicamente da “degustação” que é um ato programado segundo uma precisa metodologia com a intenção disciplinada de classificar as “ sensações percebidas”.
No entanto o vinho para ser apreciado exige muita atenção e o saber analisar aumenta o prazer de degustá-lo.

O Exame Visual

Com este exame analizamos:
· Cor
· Limpidez
· Gás (somente para vinhos espumantes)

Cores

Amarelo Palha muito Leve
Tonalidade que pode estar presente nos vinhos brancos jovens e prontos, leves de corpo e de álcool; senão é um envelhecimento da tipicidade causado por um filtramento violento ou de um excessivo uso de brillantante (um produto para dar brilho).

Amarelo Palha com Matiz Verde
Alguns tipos de vinhos muito frescos, apresentam pigmentos e tendência ao verde, devido a presença de clorofila, o vinho tende a conservar por algum tempo o pigmento verde do fruto.

Amarelo Palha
Tonalidade típica dos vinhos da gama do amarelo; pode manifestar mais ou menos carregado de intensidade em razão do estato evolutivo.

Amarelo Ouro
Tonalidade de amarelo caracteristica, derivante da variedade do vinhedo, da época de colher as uvas e da enologia. O amarelo dourado, não vivaz pode indicar o estato evolutivo de um vinho amarelo palha, consequência de uma oxidação.

Amarelo Ambar
Cor que lembra a ambar, típico dos vinhos “Passados” e licorosos; para os vinhos originais de cor de palha representam queda de qualidade (oxidação).

Rosa
É uma cor que pertence a família do vermelho com pigmentações intermediárias e leves. O vinho de cor rosa pode assumir numerosas tonalidades a partir do tempo de permanência da casca a contato direto com o mosto e a intensidade da cor da videira.

Rosa Clarete
Tonalidade de vermelho leve muito trasnparente, vivaz e com tendência ao rubi

Rosa “Cerasuolo”
Maneira di dizer em dialeto italiano , mais aceita em todo o mundo. Para distinguir na família do vermelho a tonalidade característica cor de cereja.

Vermelho Purpurina
Tonalidade de vermelho com tendência ao viola similar a cor da túnica dos Cardinais. A cor viola é de maior evidência afastando o olho do centro da taça com direção verso ao bordo.

Vermelho Rubi
Tonalidade de cor presente nos vinhos vermelhos em geral.

Vermelho Granado
É a cor das sementes da fruta romã e è típico dos vinhos vermelhos maduros e de notáveis estruturas.

Vermelho Aralanjado
Cor que assumem os vinhos de notáveis estrutura no período da maduração.


Limpidez
A motivo desde exame é de controlar o grau de limpidez alcançado pelo vinho.

Brilhante
Se diz de um vinho que reflete vivacidade à luz que recebe.

Molto Límpido
Se diz de um vinho que apresenta uma perfeita limpidez e transparência.

Límpido
Se diz de um vinho com boa transparência, mais pouca luminosidade.

Bastante Límpido
Se diz de um vinho que pode ser um pouco opaco.

Velado
Se diz de um vinho cujo a limpidez é ofuscada da nebolosidade devido à suspenção.


Gás (somente para os espumantes)
Se valuta à base do “conjunto” do “número” de bolinhas emergentes e na “persistência” do Perlage.
Quando o conjunto das bolinhas são finas, e o número das bolinhas elevados e o perlage persistente, o espumante método clássico (champenois) ou charmat que seja, pode ser considerado bom.
Evidentemente a presença de valores elevados, teremos um espumante que provocam particulares emoções; em contro, com valores baixos teremos um espumante grosseiro, como no caso de produtos obtidos sem método preciso, mais frisante por inclusão de dióxido de carbono.
Enoabracos,
Simone Ferreira
LCB

sexta-feira, 14 de março de 2008

Risotto al Barolo


Risotto al Barolo

Ingredienti (per 4 persone):

400 gr di riso
Vino Barolo
Mezza cipolla
30 gr di burro
Mezzo litro di brodo vegetale
Sale

Preparazione:
fate appassire mezza cipolla con 50 gr. di burro, quando sarà morbida aggiungete il riso e fate tostare per 2 minuti.

Versate mezza bottiglia di Barolo non troppo invecchiato e iniziate la cottura a fuoco medio, mescolando ogni tanto il riso.
Continuate la cottura, aggiungendo via via il brodo salato (ne basterà mezzo litro) quando il vino sarà assorbito.

Il tempo complessivo di cottura e di circa 20 minuti.
Amalgamate infine con 30 g. di burro a fiocchetti, 1 manciata di prezzemolo tritato e se lo ritenete necessario , un pò di sale.
Ja fiz esta receita varias vezes e realmente uma delicia, quem quiser provar nao se reprima e va em frente.
O vinho Barolo temos disponivel nas safras 2000 (Cannubi da Fratelli) e 2001 (Salvano).
Enoabracos e bom apetite!!!
Simone Ferreira
LCB

quinta-feira, 13 de março de 2008

Como e onde tudo comecou...

Eu Simone Ferreira, hoje socia da Importadora La Casa di Bacco juntamente com Mario Audisio, Italiano nascido a Bra idealizamos e criamos essa Importadora.
Tudo começou na nossa primeira viagem ao Brasil. Nos fomos passar alguns dias de férias na cidade de Fortaleza e la em um restaurante da cidade pedimos a carta de vinhos, tínhamos vontade de comemorar este momento especial com um vinho especial: o Barolo.
Infelizmente na carta não constava tal vinho e tão somente vinhos de baixa qualidade Italianos.
Assim começou a nossa via cruzes pela cidade procurando vinhos Piemonteses, não encontramos nada que pudesse nos orgulhar. Encontramos sim, um Barolo produzido na Região de Veneto (missão impossivel uma vez que o vinho Barolo e oriundo da Região de Piemonte). Assim começou o nosso interesse em importar vinhos italianos para o Brasil.

Retornando a Itália a nossa cidade Alba, começamos a procurar e selecionar vinhos e vinícolas para fazerem parte do nosso portafoglio. A primeira foi a Fratelli Serio & Battista Borgogno depois vieram a Fattoria I Veroni, Vecchie Terre, Podere Brizio e Bellini e finalmente a Vinícola Salvano.

Como toda empresa precisa de um nome o nosso: La Casa di Bacco, nasceu numa tarde chuvosa de inverno pelas ideias de Mario .
Eu iniciei o processo de abertura da empresa e no dia 29 de Abril de 2005, viemos ao Brasil e assinamos o contrato social, nascendo assim a La Casa di Bacco.

Hoje estamos no Mercado Brasileiro há 3 anos e nossa sede esta localizada na cidade de Seropedica. Trabalhamos com vinhos das Regiões do Piemonte e Toscana. Importamos vinhos de 5 Vinicolas Italianas, nosso portafoglio e muito restrito e seletivo entre os vinhos podemos citar monstros Piemonteses como: Barolo, Barbaresco, Nebbiolo, Moscato d’Asti, os poderosos e renomados vinhos Toscanos como: Chianti Clássico, Chianti Rùfina, Brunello di Montalcino e os Super Toscanos: Bruno di Rocca, Pupà Pepu entre outros.

Para celebrar este momento tão especial, estamos organizando um evento com jantar harmonizado para o dia 08 de Maio de 2008 na Cidade do Rio de Janeiro em Copacabana.

Gostaríamos de convidar todos aqueles que ajudaram e acreditaram no nosso trabalho e também aqueles que são amantes de bacco e apreciam Vinhos Italianos.

Para informacoes e reservas, entrem em contato conosco pelo email: lacasadibacco1@yahoo.com.br ou pelo telefone: 021 8185 6770.

Aguardamos a vossa presença!!!

Atenciosamente,
Simone Ferreira
LCB

sábado, 8 de março de 2008

Vinhos Vinicola Salvano Srl.

PIEMONTE
Langhe Chardonnay D.O.C.

Cantina Salvano

Uve: Chardonnay
Luogo di produzione: nelle colline sovrastanti Alba
Colore: giallo paglierino
Profumo: delicato, fruttato con sentori di fiori freschi
Sapore: secco ed armonico
Gradazione alcolica minima: 10,5% vol.
Temperatura di servizio: 8-12 °C.
Abbinamento gastronomico: si accosta felicemente con pesci, crostacei, lumache e minestre. Ottimo anche come aperitivo
Notizie: da vitigni di recente introduzione in Langa nasce questo vino giovane e fragrante, di buona struttura. Viene vinificato a temperatura controllata con la massima cura, affinchè abbia un gusto piacevolmente secco.

PIEMONTE
Barbaresco D.O.C.G.
Cantina Salvano

Uve: Nebbiolo, nelle sottovarietà Michet, Lampia e Rosé
Luogo di produzione: nella provincia di Cuneo, sulle colline sovrastanti Alba e comprende i Comuni di Barbaresco, Neive, Treiso e San Rocco (fraz. di Alba)
Colore: rosso rubino brillante, tendente al granata con l'invecchiamento
Profumo: delicato di viola mammola
Sapore: asciutto ed austero
Gradazione alcolica minima: 12,5% vol.
Temperatura di servizio: 20-22 °C. Stappare la bottiglia almeno due ore prima di berlo.
Abbinamento gastronomico: decisamente adatto per gli arrosti, la selvaggina e varie specialità piemontesi. Ottimo con i formaggi a pasta dura e piccanti.
Notizie: richiede un invecchiamento di almeno 2 anni, ottimo verso i 3 anni, può essere considerato perfetto a 4 anni, ma si mantiene ottimamente fino a 15 anni e anche oltre.

PIEMONTE
Barolo D.O.C.G.
Cantina Salvano

Uve: Nebbiolo
Luogo di produzione: si produce in provincia di Cuneo in una ben delimitata zona che comprende i Comuni di Barolo, Serralunga d'AIba, La Morra, Grinzane Cavour e altri limitrofi in parte.
Colore: rosso rubino con riflessi arancione
Profumo: caratteristico ed intenso con sentori di viola
Sapore: asciutto e vellutato
Gradazione alcolica minima: 13% vol.
Temperatura di servizio: 18-20 °C. Stappare la bottiglia almeno un'ora prima di bere
Abbinamento gastronomico: classico vino da arrosti, specialmente con carni rosse,accompagna squisitamente la selvaggina. Molto usato nella cucina langarola come per il "brasato di Barolo" e la "lepre al civet". Ottimo con formaggi a pasta dura o fuori pasto, come vino da meditazione.
Notizie: è senza dubbio il vino Italiano più prestigioso e pietra miliare della tradizione Piemontese e Langarola. Richiede un invecchiamento di almeno tre anni in botti di rovere o castagno.

PIEMONTE
Moscato Asti D.O.C.G.
Cantina Salvano


Uve: Moscato Bianco
Luogo di produzione: nelle province di Cuneo e Asti, ed in alcune zone della provincia di Alessandria.
Colore: dorato
Profumo: fragrante
Sapore: dolce ed aromatico
Gradazione alcolica minima: 11% vol.
Temperatura di servizio: 8-12 °C.
Abbinamento gastronomico: eccellente con tutti i dessert e con frutta fresca e secca.

Caros Enoamigos,
Estes serao os vinhos apresentados no nosso evento do dia 08 de maio no Rio Internacional.
Para maiores informacoes, entrem em contato conosco.
Enoabracos,
Simone Ferreira
LCB



quinta-feira, 6 de março de 2008

Azienda Agricola Podere Brizio e Roberto Bellini

A empresa fazia parte desde os anos ’70 a gestão da Azienda Agrícola Chiesa di Santa Restituta de Roberto Bellini; da venda da mesma em 1996 nasceu a nova Azienda Podere Brizio na qual o Sr. Roberto Bellini juntamente com os históricos proprietários Cannoni- Mazzi fizeram uma sociedade paritaria.


Nasce assim em 1996 a Azienda Agrícola Podere Brizio. A superfície total e de cerca 30 hectares dos quais 7 são dedicados a produção do Brunello di Montalcino D.O.C.G. e outros 2,25 a Sangiovese S’Antimo D.O.C..
No final do ano de 2002 foi finalizado a restauração da nova e moderna cantina com ampla superfície dedicada a vinificacao, envelhecimento, engarrafamento e estocagem.

BRUNELLO DI MONTALCINO
Originário da zona de Montalcino. Feito com uvas 100% Sangiovese. Fermentação em tonél de aço com remontagem a tempertura controlada. Seguindo para a madeira nova de carvalho onde acontece a fermentação malolática. Sua maturação è feita em barrils de 300lts de madeira “Allier” por 6 meses e depois no tonél de carvalho de 36hl por 2 anos. E seu afinamento é feito em garrafa por 12 meses.
Teor alcoólico: 14%
Cor: Rubi intenso, límpido, brilhante com tendência ao granado com o envelhecimento.
Perfume: Intenso, persistente, amplo e etéreo. Se reconhece ligeiro perfume de bosque, madeira aromática, pequenas frutas e baunilha.
Sabor: Elegante, harmônico, seco, caloroso, um pouco tânico e robusto.
Combinação: Pratos importantes e de grande estrutura composto de carnes vermelhas, selvagens eventualmente com cogumelo e tartufo. Também com queijos e pratos internacionais à base de carne ou molhos estruturados.
Serviço: Servido em taças de tulipas grandes e a temperatura de serviço è entre os 18-20°C. Para o vinho muito envelhecido é aconselhável decantar o vinho para sua oxigenação.
PODERE BRIZIO
Originário da zona de Montalcino. Feito com uvas 90% Sangiovese e 10% Cabernet Sauvignon. Longa maceração pelicolare para haver uma coloração intensa. Fermentação em aço inox com remontagem a temperatura controlada; depois da fermentação tumultuosa o vinho e passado em madeira nova de carvalho onde faz a fermentação malolatica. Maturação em barrils de 300lt de madeira Allier por 8/10 meses. Afinamento em 6 meses na garrafa.
Teor alcoólico: 13,5%
Cor: Vermelho rubi com tonalidade intensa e profunda que lembra a casca da berinjela; grande glicerina que resta ao longo da taca.
Perfume: Complexos aromas de frutas vermelhas maduras (cereja) com delicados nuances de baunilha doce. Final com nuance mentolada.
Sabor: caloroso, amplo, ligeiramente tânico mais não adstrigente. No paladar retorna o frutado já advertido ao nariz.
Combinação: Pratos em geral e queijos maduros.
Serviço: Servido em taças de tulipas medias e a sua temperatura de serviço é de cerca 18-20°C.
ROSSO DI MONTALCINO
Produzido com uvas 100% Sangiovese. Sua fermentação é feita em aço com remontagem e temperatura controlada; depois da fermentação tumultuosa o vinho é passado para a madeira de carvalho por breve tempo. Segue um afinamento em garrafa por 6 meses.
Teor alcoólico: 13,5%
Cor: Vermelho rubi intenso.
Perfume: Característico e intenso.
Sabor: Seco, caloroso e um pouco tânico.
Combinação: Pratos de estrutura média, tais como o primeiro prato com molho de carne, de frango de cogumelo ou tartufo e também risotos. Segundo prato preparados com carne de porco com salsa.
Serviço: Servido em taças de tulipas grandes. A temperatura de serviço é entre os 18° C.
LEONENSIS
Produzido com uvas 50% Sangiovese, 30% de Merlot e 20% de Cabernet Sauvignon da zona de Montalcino. Vinificação com longa maceração da película e fermentação em tonéis de aço com remontagem a temperatura controlada; depois da fermentação tumultuosa o vinho é passado para a madeira nova de carvalho onde acontece a fermentação malolática. Sua maturação é feita em barrils de 300 e 500lt de madeira Allier por 12 meses. E seu afinamento em garrafa por 6 meses.
Teor alcoólico: 14%
Cor
: Vermelho violáceo e intenso.
Perfume: Intenso, ainda herbáceo da videira, de frutas vermelhas( ameixa, amora) e também de groselha com o final fresco de raiz doce, ruibarbo e cacau.
Sabor: Sápido, seco, caloroso, harmônico; o tanino aparece e enche o paladar mais não cobre a parte frutada.
Combinação: Pratos de carne assada, selvagens, pastas e queijos envelhecidos.
Serviço: Servido em taças de tulipas amplas com temperatura de serviço entre 19-20° C. É aconselhável decantar o vinho.
PUPÀ PEPU
As videiras estão localizadas na comunidade de Montalcino na zona de Castelnuovo dell’Abate na localidade de Sesta a uma altitute de 200/250m em 12 hectares de vinhedos.
Feito com uvas 70% Merlot e 30% de Cabernet Sauvignon. Sua fermentação é feita em tonél de aço com remontagem e temperatura controlada depois vem passado para o tonél de madeira da nova para a fermentação malolática. Sua maturação é feita em barrils de madeira Allier de 300lt por 15 meses. E seu afinamento é feito em garrafa por um período de 6 meses.
Teor alcoólico: 14,5%.
Cor: Rubi intenso e profundo.
Perfume: Intenso, complexo, denso, de frutas vermelhas de bosque (amora, grosselha) que mais tarde se abrem ao nariz como especiarias gentis ( baunilha doce, coco com um final mentolado).
Sabor: Caloroso, suave, carnoso, amplo que se harmoniza com o frescor já sentidos nos perfumes. Uma grande concentração que se equilibra com o tanino já decisivamente suave presente no retrogusto.
Combinação: Pratos importantes e de grande estrutura, as carnes vermelhas, queijos fortes e pastas.
Serviço: Servido em taças de tulipas grandes com temperatura de serviço entre os 19-20° C. E aconselhável decantar o vinho.

Um pouco de Historia sobre o rotulo do Vinho Brunello di Montalcino

Na garrafa do vinho Brunello di Montalcino vem reproduzida uma rara moeda que e denominada “La Parpagliola”.

Esta moeda e representada por uma loba Senese (referente a cidade de Senna, Italia) que amamenta seus filhotes gemeos e vem com a escrita “ R.P.SEN. IN MONTE. ILICINO” e atras vem uma cruz com a escrita “HENRICO IL AUSPICE” (Rei da Franca, marido de Caterina De Medici aliado dos Seneses).

A sua existencia ocorre durante a guerra entre Florencia e Senna em 1555.

Os Seneses atacados pelos Fiorentinos conquistam o forte de Montalcino onde passaram a viver e ali formaram um Governo e uma nova Republica proclamada “ LA REPPUBLICA SENENSIS IN MONTE ILCINO” sobre a protecao do Rei da Franca. Criando assim uma nova moeda em 1556 denominada “ La Parpagliola” que foi a primeira moeda da comunidade.

Por alguns anos os Seneses tiveram seu exilio in Montalcino ate o ano de 1559. Quando fizeram o tratado de Cateau Cambresis que estipulava a paz entre os imperios em guerra. E o territorio de Montalcino foi cedido ao Ducato Mediceo.

O Sr. Roberto Bellini, proprietario da Azienda Agricola Podere Brizio amante de historia, em 1970 em um leilao na cidade de Montalcino arrematou a moeda e adquiriu direitos de imagem sobre ela.

O primeiro vinho produzido pela sua Vinicola foi o Brunello di Montalcino e obteve a imagem reproduzida da primeira moeda de Montalcino no seu no rotulo.

No vinho Rosso di Montalcino vem reproduzida a parte de tras da moeda.
A nossa Importadora importa e distribui no Brasil os vinhos produzidos pela Azienda Podere Brizio.
Temos em estoque os vinhos:
Brunello di Montalcino Safras 1999 e 2000
Podere Brizio IGT 2003
Rosso di Montalcino 2002
Pupà Pepu IGT 2001
Leonensis S'Antimo DOC 2003
Para maiores informacoes, entrem em contato conosco.
Enoabracos,
Simone Ferreira
LCB

quarta-feira, 5 de março de 2008

Varieta delle Uve Piemontese

Enoamici,
Oggi noi andiamo a conoscere un poco di piu delle uve Piemontese.
Uvas Arneis
Vigoria vegetativa: buona, tralcio robusto a portamento dritto
Produttività: buona e costante
Tralcio: colore tendente al marrone, con striature più scure agli internodi
Foglia: di media grandezza, cuneiforme o pentagonale, trilobata o pentalobata, con pagina superiore glabra, opaca e di colore verde cupo, e con pagina inferiore di colore verde chiaro
Grappolo: di grandezza media o media-piccola, di forma conica o piramidale, talvolta alato, compatto, con acini medio-piccoli, di forma sferoidale, irregolari, a buccia molto pruinosa di colore bianco giallo verdastro, piuttosto consistente e spessa. Polpa succosa, piuttosto dolce e poco acida.
Epoca di maturazione: fine settembre
Vini a d.o.c.: Roero Arneis, Langhe Arneis a seconda del territorio di coltivazione
Roero Arneis: Baldissero d’Alba, Canale, Castagnito, Castellinaldo, Corneliano d’Alba, Govone, Guarene, Montà, Montaldo Roero, Monteu Roero, Monticello d’Alba, Piobesi d’Alba, Pocapaglia, Priocca, Santa Vittoria d’Alba, Santo Stefano Roero, Sommariva Perno, Vezza d’Alba.
Langhe Arneis: Alba, Barbaresco, Castellinaldo, Diano d’Alba, Govone, Guarene, Magliano Alfieri, Mango, Montà, Neive, Neviglie, Priocca, Rodello, Trezzo Tinella, Vezza d’Alba.
Uvas Barbera
Vigoria vegetativa: buona, vuole potatura non troppo lunga né ricca
Produttività: costante ed abbondante
Foglia: di grandezza media, pentalobata, con pagina inferiore molto tormentosa.
Grappolo: di media grandezza, di forma piramidale, molto compatto, con acini medi ovali, ma che spesso, data la compattezza del grappolo, assumono forma irregolare, buccia di colore blu intenso a maturazione, sottile ma abbastanza consistente.
Epoca di maturazione: inizio ottobre
Vini a d.o.c.: in Piemonte sono 10 le d.o.c. che si rifanno al vitigno Barbera a seconda delle zone di coltivazione: Barbera d’Asti, Barbera del Monferrato, Barbera d’Alba, Canadese Barbera, Colli Novaresi Barbera, Coste della Sesia Barbera, Colli Tortonesi Barbera, Gabiano, Rubino di Cantavenna, Pinerolese Barbera, Piemonte Barbera.
In Lombardia ed Emilia Romagna dà Oltrepò Pavese Barbera, Barbacarlo, Botticino, Cellatica, Colli Piacentini Gutturnio, Terre di Franciacorta Rosso.

Barbera d’Alba: Alba, Albaretto Torre, Baldissero d’Alba, Barbaresco, Barolo, Borgomale,
Bra, Camo, Canale, Castagnito, Castellinaldo, Castiglione Falletto, Castiglione Tinella, Castino, Cherasco, Corneliano d’Alba, Cortemilia, Cossano Belbo, Diano d’Alba, Govone, Grinzane Cavour, Guarene, La Morra, Magliano Alfieri, Mango, Monchiero, Monforte d’Alba, Montà, Montaldo Roero, Montelupo Albese, Monteu Roero, Monticello d’Alba, Narzole, Neive, Neviglie, Novello, Perletto, Piobesi d’Alba, Pocapaglia, Priocca, Rocchetta Belbo, Roddi, Roddino, Rodello, Santa Vittoria d’Alba, Santo Stefano Belbo, Santo Stefano Roero, Serralunga d’Alba, Sinio, Sommariva Perno, Treiso, Trezzo Tinella, Verduno, Vezza d’Alba.
Piemonte Barbera: Bastia Mondovì, Belvedere Langhe, Briaglia, Canale, Carrù, Castiglione Tinella, Castino, Clavesana, Dogliani, Farigliano, Gorzegno, Monchiero, Mondovì, Montà, Monteu Roero, Narzole, Piozzo, Santo Stefano Belbo, Treiso.

Uvas Cortese
Vigoria vegetativa: ottima
Produttività: molto buona
Foglia: di grandezza media, pentalobata
Grappolo: di forma conica, con una o due sporgenze alari, con acini leggermente ovali, medi, di colore giallo oro.
Epoca di maturazione: seconda metà di settembre
Vini a d.o.c.:Gavi o Cortese di Gavi, Colli Tortonesi Cortese, Cortese dell’Alto Monferrato, Piemonte Cortese, Monferrato Casalese Cortese
Piemonte Cortese: Alba, Canale, Castiglione Tinella, Cortemilia, Govone, Mango, Neive, Neviglie, Santo Stefano Belbo, Treiso, Trezzo Tinella.

Uvas Dolcetto

Vigoria vegetativa: leggermente inferiore alla media, richiede quindi una potatura non troppo lunga, né espansa.
Produttività: buona, ma non sempre costante.
Germoglio: ad apice espanso, verde con sfumature vinose, mediamente tormentoso, con foglioline apicali rosso-vinose, cotonose nella pagina inferiore
Foglia: medio-piccola, pentalobata con colorazione rossa in prossimità dell’attacco del picciolo, pagina inferiore con leggero tomento
Grappolo: di forma piramidale, lungo, mediamente spargolo, piuttosto alato, con acini di media grandezza, rotondi ma non sempre uguali, buccia ben pruinosa di colore blu, tendente al nero, sottile, polpa succosa di sapore dolce.
Epoca di maturazione: metà settembre
Vini a d.o.c.:a seconda delle zone di coltivazione dà Dolcetto d’Asti, Dolcetto d’Alba, Dolcetto delle Langhe Monregalesi, Dolcetto di Diano d’Alba, Dolcetto di Dogliani, Dolcetto di Ovada, Dolcetto d’Acqui, Langhe Dolcetto, Monferrato Dolcetto.
Interessante il fatto che nella sua diffusione oltre i confini regionali va ad interessare una buona parte della Liguria, dove con un clone detto “Ormeasco” origina un vino rosso molto apprezzato.

Dolcetto d’Alba: Alba, Albaretto Torre, Barbaresco, Barolo, Borgomale, Bosia, Camo, Castiglione Falletto, Castiglione Tinella, Castino, Cherasco, Cortemilia, Cossano Belbo, Grinzane Cavour, La Morra, Lequio Berria, Mango, Monforte d’Alba, Montelupo Albese, Narzole, Neive, Neviglie, Novello, Rocchetta Belbo, Roddi, Roddino, Rodello, Santo Stefano Belbo, Serralunga d’Alba, Sinio, Torre Bormida, Treiso, Trezzo Tinella, Verduno.
Dolcetto di Diano d’Alba: Diano d’Alba
Dolcetto di Dogliani: Bastia Mondovì, Belvedere Langhe, Cigliè, Clavesana, Dogliani, Farigliano, Monchiero, Rocca Cigliè, Roddino, Somano.
Dolcetto delle Langhe Monregalesi: Briaglia, Carrù, Castellino Tanaro, Marsaglia, Mondovì, Murazzano, Piozzo, Vicoforte.
Langhe Dolcetto: Baldissero d’Alba, Bastia Mondovì, Belvedere Langhe, Bonvicino, Bossolasco, Briaglia, Camo, Canale, Carrù, Castagnito, Castellinaldo, Castiglione Tinella, Castino, Cerretto Langhe, Cissone, Corneliano d’Alba, Cortemilia, Dogliani, Farigliano, Gorzegno, Govone,Guarene, Magliano Alfieri, Montelupo Albese, Murazzano, Narzole, Perletto, Pezzolo Valle Uzzone, Piobesi d’Alba, Piozzo, Pocapaglia, Priocca, Santa Vittoria d’Alba, Santo Stefano Belbo, Sommariva Perno, Vezza d’Alba.

Uvas Freisa

Vigoria vegetativa: molto buona
Produttività: buona
Foglia: di grandezza leggermente inferiore alla media, trilobata, con lobi poco pronunciati
Grappolo: allungato e spargolo, con acini medi, rotondi di colore nero bluastro.
Epoca di maturazione: inizio ottobre
Vini a d.o.c.: Freisa d’Asti, Freisa di Chieri, Langhe Freisa, Monferrato Freisa.
Langhe Freisa: Alba, Barbaresco, Barolo, Camo, Canale, Castagnito, Castellinaldo, Castiglione Falletto, Castiglione Tinella, Diano d’Alba, Dogliani, Farigliano, Govone, Grinzane Cavour, Guarene, La Morra, Mango, Monchiero, Monforte d’Alba, Montà, Montelupo Albese, Monticello d’Alba, Narzole, Neive, Neviglie, Novello, Priocca, Roddi, Santa Vittoria d’Alba, Santo Stefano Belbo, Serralunga d’Alba, Sinio, Treiso, Trezzo Tinella, Verduno.
Uvas Moscato Bianco
Vigoria vegetativa: buona, richiede una potatura media, non troppo lunga né ricca.
Produttività: buona e regolare.
Germoglio: di 15 – 30 cm, apice poco lanuginoso, bianco verdastro, sfumato o orlato carminio.
Tralcio erbaceo: a sezione ellittica, angoloso, glabro, di colore verde con striature bronzate, aracnoideo ai nodi; parte apicale ricurva a pastorale; crescita verticale dei tralci e viticci intermittenti ma con scarsa presa; pertanto è piuttosto facile eseguire il disbosco dopo la potatura.
Viticci: intermittenti, bifidi o trifidi, (divisi cioè in due o tre parti), piuttosto grossi, di colore verde-giallognolo, con sfumature vinose alla base.
Infiorescenza: di lunghezza media, cilindrico-piramidale, talvolta alata
Fiore: bottone piriforme (a forma allungata come di pera), mezzano; fiore ermafrodito, normale, corolla verde-chiaro, caliptriforme, autofertile.
Foglia: di media grandezza, pentalobata, con dentatura pronunciata, seno peziolare a V stretto, picciolo leggermente rosa, pagina superiore glabra, inferiore pressoché glabra; lembo sottile con superficie ondulata; colore delle nervature verde chiaro, leggermente rosato alla base; denti molto pronunciati, acuti, irregolari; colore pagina superiore verde cupo; inferiore verde chiaro; nervature sporgenti; la colorazione autunnale è gialla con sfumature dorate
Grappolo: di media grandezza, compatto, allungato di forma cilindrico-conica, alato, peduncolo erbaceo o semilegnoso corto; con acini medi, rotondi, con ombelico persistente, di colore giallo dorato con maculature ambrate nella parte che guarda al sole, con buccia poco pruinosa abbastanza spessa e consistente. La polpa è consistente dal sapore spiccatamente dolce, il pedicello corto ed esile è di colore verde chiaro; i vinaccioli si trovano in numero di due o tre per acino, di media grandezza.
Tralcio legnoso: di lunghezza media, robusto ed elastico, colore nocciola chiaro, con internodi medi, corteccia aderente, liscia non pruinosa, nodi glabri, gemme sporgenti e coniche.
Tronco: mediamente vigoroso
Epoca di maturazione: metà settembre.
Vini a d.o.c.g.: Asti Spumante docg, Moscato d’Asti docg, Loazzolo doc, Piemonte Moscato, Piemonte Moscato Passito.
Coltivato in ogni regione italiana dove dà origine a ben 15 d.o.c.
Moscato d’Asti d.o.c.g., Asti Spumante d.o.c.g.: Provincia di Cuneo: Alba, Camo, Castiglione Tinella, Castino, Cossano Belbo, Mango, Neive, Neviglie, Perletto, Rocchetta Belbo, Santa Vittoria d’Alba, Santo Stefano Belbo, Serralunga d’Alba, Treiso, Trezzo Tinella.
Piemonte Moscato: Alba, Borgomale, Camo, Castiglione Tinella, Cortemilia, Mango, Neive, Neviglie, Santa Vittoria d’Alba, Santo Stefano Belbo.
Piemonte Moscato passito: Neviglie
Uvas Nebbiolo
Vigoria vegetativa: notevole, richiede una potatura discretamente lunga. Ha tralcio lungo, internodo lungo con legno di color cannella carico
Produttività: buona, più o meno costante a seconda delle sottovarietà
Germoglio: ad apice espanso, bianco argento, con foglioline apicali di colore biancastro, cotonoso.
Foglia: di grandezza media, trilobata e talvolta pentalobata, quasi glabra
Grappolo: di grandezza media, allungato, di forma piramidale alato, semi-compatto, con acino medio, rotondo, buccia di colore violaceo scuro, molto pruinosa da sembrare grigia, sottile ma resistente, polpa succosa, di sapore semplice, dolce, acidula ed astringente. Se ben maturo è molto ricco di zuccheri.
Epoca di maturazione: da metà ottobre, è l’ultimo dei vitigni piemontesi ad essere vendemmiato.
Vini docg: a seconda della zona di coltivazione dà origine ad una serie di grandi vini rossi orgoglio del Piemonte vitivinicolo: Barolo, Barbaresco, sulle colline delle Langhe, Gattinara, Ghemme nelle colline intorno a Novara.
Barolo: Barolo, Castiglione Falletto, Cherasco, Diano d’Alba, Grinzane Cavour, La Morra, Manforte, Novello, Roddi, Serralunga d’Alba, Verduno.
Barbaresco: Barbaresco, Neive, Treiso, Alba frazione San Rocco Seno d’Elvio
Vini doc: Nebbiolo d’Alba, Roero, Langhe Nebbiolo tra le colline di Langa e Roero, Albugnano, Bramaterra, Lessona, Carema, Sizzano, Fara, Boca, Colline Novaresi Nebbiolo o Spanna, Canadese Nebbiolo, Coste della Sesia Nebbiolo o Spanna nella zona nord del Piemonte in provincia di Novara e nel Canavese.
Coltivato in Valle d’Aosta origina il Donnas e l’Arnad Montjovet, in Lombardia il Terre di Franciacorta Rosso e tutti i grandi rossi della Valtellina con le quattro sottozone, Sassella, Grumello, Inferno, Vagella, e lo Sforzato o Sfurzat da uve appassite.
Nebbiolo d’Alba: Alba, Baldissero d’Alba, Bra, Canale, Castagnito, Castellinaldo, Corneliano d’Alba, Diano d’Alba, Govone, Grinzane Cavour, Guarene, La Morra, Magliano Alfieri, Monchiero, Monforte d’Alba, Montà, Montaldo Roero, Montelupo Albese, Monteu Roero, Monticello d’Alba, Novello, Piobesi d’Alba, Pocapaglia, Priocca, Roddi, Roddino, Santa Vittoria d’Alba, Santo Stefano Roero, Sinio, Sommariva Perno, Verduno, Vezza d’Alba.
Roero: Baldissero d’Alba, Canale, Castagnito, Castellinaldo, Corneliano d’Alba, Govone, Guarene, Montà, Montaldo Roero, Monteu Roero, Monticello d’Alba, Piobesi d’Alba, Priocca, Santa Vittoria d’Alba, Santo Stefano Roero, Sommariva Perno, Vezza d’Alba.
Langhe Nebbiolo: Alba, Barbaresco, Barolo, Canale, Castiglione Falletto, Castiglione Tinella, Clavesana, Diano d’Alba, Dogliani, Farigliano, Gorzegno, Grinzane Cavour, Guarene, La Morra, Magliano Alfieri, Mango, Monforte d’Alba, Montà, Montelupo Albese, Monteu Roero, Narzole, Neive, Neviglie, Novello, Santo Stefano Belbo, Santo Stefano Roero, Serralunga d’Alba, Sommariva Perno, Treiso, Trezzo Tinella, Verduno.
Per sapere di piu trove tutte le informazioni sù il sito Italiano:http://www.langhevini.it/it/vini_vitigni.asp
Simone Ferreira
LCB