quarta-feira, 16 de julho de 2008

Un Bellini, per favore!



O Bellini é o histórico coquetel long drink de Veneza. É composto de vinho branco frizzante (geralmente de Prosecco ou Champagne) e polpa de suco de pêssego batida. É internacionalmente um dos mais famosos coqueteis italianos.

História

O Bellini foi inventado entre os anos de 1934 e 1948 por Giuseppe Cipriani, bartender chefe do Harry’s Bar. Por causa da cor rosada que lembrou a Cipriani a cor da bata de um santo de um quadro do pintor Giovanni Bellini, ele nominou o coquetel Bellini.

O drink tornou-se uma especialidade sazonal do Harry’s Bar de Veneza, um dos locais favoritos de Ernest Hemingway, Sinclair Lewis e Orson Welles. Sucessivamente tornou-se muito popular também na sede do 'Harry's Bar de Nova York. Depois que um empresário francês instalou uma rota comercial para transportar polpa de pêssego branco entre as duas localidades, o coquetel tornou-se um clássico.

O Bellini é um dos coqueteis oficiais da Associação Internacional dos Bartenders, isso indica a popularidade e o fato de ser muito conhecido entre os bartenders.

Preparação

O Bellini consiste em polpa de suco de pêssego com Prosecco, um vinho branco frizzante. A receita original da época é feita com um pouco de suco de cereja ou framboesa para dar ao drink uma cor rosada. O Bellini vem servido na flute ou em um copo de martini.

Por causa da difusão não muito vasta do pêssego branco e do prosecco, existe numerosas variantes. O uso de pêssego amarelo ou simplesmente de suco de pêssego e contemplado, especialmente quando não é estação de pêssego branco. Outros sucos e também outros licores com sabor de pêssego algumas vezes são usados no lugar da polpa de suco de pêssego branco.


Receita Original Italiana

Ingredientes:
7/10 prosecco espumante; 3/10 de polpa de suco de pêssego batida

Preparação:
Se prepara diretamente na taça a flûte.

O Coquetel, è de cor rosa pálida com leve tom granado, se preparado com os pêssegos mais indicados, os primeiros e os últimos da estação, rigorosamente de polpa branca. Tem delicados e elegantes perfumes vinosos de pêssego maduro. Tem um gosto fresco, leve e seco. Um drink elegante, muito equilibrado e apropriado para todas as ocasiões.

O drink é simplesmente maravilhoso!!!
Tin-tin e até a próxima.
Simone Ferreira
LCB

terça-feira, 15 de julho de 2008

Prosecco

A nossa Importadora La Casa di Bacco, é nota pelo fato de somente importar e distribuir vinhos das Regiões do Piemonte e Toscana. Com uma única excessão: o Prosecco, produto tradicional da Região do Veneto.

O Prosecco- é um produto típico trevigiano. É feito com uvas do mesmo nome a prosecco, e existem mais de 250 etiquetas no comércio. A zona de cultivação melhor é na faixa colinar entre Valdobbiadene e Conegliano denominada historicamente como a Marca Gioiosa.

Cinco regras fundamentais
As uvas: devem provir dos vinhedos da área delimitada pela lei, inscritas na Câmera do Comércio de Treviso, onde são reportadas todos os dados cadastrais que as identificam;

A variedade: atualmente são admitidas somente uvas prosecco (mínimo 85%) e de Verdiso, Perera, Bianchetta e Prosecco lungo (máximo de 15%);

A vinificação: deve ser executada segundo as normas previstas no Disciplinar e pode ser feita somente ao interno da zona DOC. Para o Cartizze a vinificação pode acontecer somente ao interno da comune de Valdobbiadene;

O engarrafamento e a espumatização: podem ser feitas somente dentro das cantinas da província de Treviso e Veneza autorizadas;

A comercialização: antes do engarrafamento cada partida de vinho deve ser aprovada no exame organoléptico feito pela comissão de enólogos da Câmera de Comércio;

Itália

Região do Veneto

Região do Veneto, onde são produzidas as uvas Prosecco destinada ao vinho

O vinho produzido com as uvas colhidas no território da fração de S. Pietro de Barbozza na comune de Valdobbiadene, tem direito a especificação "Superiore di Cartizze". O Vinho Prosecco é conhecido como "frizzante". Existe também o Prosecco "tranquilo" menos conhecido fora da zona de origem. O vinho Prosecco è perfeito como aperitivo mas também acompanha vários pratos.

Prosecco Tranquilo
Antepastos à base de peixe, primeiro prato de gosto delicado, segundo de peixe e carne branca.
12° C
Prosecco Frizzante
Antepastos, primeiro prato não elaborados e com pizza substituindo a clássica cerveja.
10° C
Spumante Dry / Extra dry
Aperitivos, sopa de legumes, pasta e risotos de gosto delicados e carne branca.
10° C
Spumante Brut
Aperitivos, antepastos e peixes.
10° C
Spumante Superiore de Cartizze
Ideal para ocasiões importantes
10° C


Nosso Prosecco Veneto Spumante
Feito com uvas 100% Prosecco
Produzido na Região do Veneto
Distribuído na Itália por: Salvano Srl
Distribuído no Brasil por: La Casa di Bacco
Cor: amarelo palha
Perfume: frutado, delicadamente vinoso
Sabor: seco, ligeiramente amável
Gradação Alcoólica: 11,5% vol.
Temperatura di serviço: 10° C.
Gastronomia: indicado como aperitivo e com antepasto.
Pode ser usado como vinho para todas as refeições.






Nosso Prosecco Frizzante Marca Trevigiana
Feito com uvas 100% Prosecco
Produzido na Região do Veneto
Distribuído na Itália por: Salvano Srl
Distribuído no Brasil por: La Casa di Bacco
Cor: amarelo palha
Perfume: característico e frutado
Sabor: delicado, naturalmente frizzante
Gradação Alcoólica: 10,5% vol.
Temperatura di serviço: 10 °C.
Gastronomia: vinho para aperitivo, com antepasto,pratos de peixe, verdura e queijos.




Abraços e Vinhos,
Simone Ferreira
LCB

segunda-feira, 14 de julho de 2008

Carta de Vinhos



A Carta de Vinhos representa uma espécie de vitrine dos produtos disponíveis. É a carta de identidade da adega.

Hoje em dia pode ser preparada a mão ou até mesmo impressa, mas sempre em forma elegante e legível. Não tem que impressionar o cliente com uma lista volumosa, mas precisa ajudar o cliente na escolha do vinho certo para o seu prato.

É, porque uma vez à mesa chega a tarefa ingrata de escolher o vinho. Enquanto para alguns é uma ocasião especial, para outros a situação é realmente difícil. E infelizmente devemos dizer que dificilmente se recorre ao conselho do sommelier.

Sendo assim, para que o restaurante dê um bom serviço ao cliente, a atenção dedicada a Carta de Vinhos se tornou fundamental.

Todos os produtos descritos na Carta devem estar disponíveis na adega

Depois do grande trabalho para chegar ao compromisso entre o bolso, o gosto, o prato escolhido e o vinho que irá acompanhar o mesmo. Temos a surpresa que a etiqueta escolhida não está disponível. Esta situação é muito fastidiosa e além disso, diante de uma contra proposta, o cliente pode pensar que querem a todo custo orientar a sua escolha de acordo com os vinhos existentes na adega. Por isso a lista deve ser sempre revisada e sempre os vinhos listados devem estar disponíveis na adega, chegando a também a apontar que se trata da última garrafa.

A carta deve ser atualizada sempre

Muitas vezes, se faz o inventário depois das festas ou até mesmo no início do mês.
Mudanças são sempre bem vindas mas não muito radicais e sempre procurando evidenciar os novos produtos.

É sempre interessante ter ofertas

Para as ofertas podemos colocar uma seleção reduzida, um quadro negro ou até mesmo uma lista movél que possa integrar a Carta de Vinhos com os produtos em oferta, tendo assim mais opções os clientes.

A carta vem impostada pela tipologia dos produtos.

Nos restaurantes a Carta de Vinhos vem geralmente apresentada na forma tradicional, ou seja com uma classificação por tipologia e proveniência.



Tipologia/Cor
Espumantes/Proseccos
Branco
Rosé
Tinto
Dessert
Meditação
Denominação
Uvas
Safra
Preço
Disponibilidade em cantina


Em geral, dependendo da categoria do local, a lista pode vir detalhada por região nacional e internacional. Essas versões são destinadas ao público mais preparado, que tenha já uma idéia da garrafa que pretende ordenar, do valor que quer gastar e da tipologia do produto para combinar com o prato.

Mas um cliente menos competente, como pode fazer? E aquele que pretende gastar pouco? Uma solução poder ser a adicão de uma segunda lista, muito mais reduzida, com classificação por estrutura ao invés da proveniência, que tenha também a característica do menu, da peculiaridade do chef e da estação do ano que se encontra:

Estrutura
Espumantes/Proseccos
Branco leve
Brancos encorpados
Rosé
Tintos leves
Tintos encorpados
Tintos estruturados
Dessert
Meditação
Denominação
Uvas
Safra
Preço
Disponibilidade em cantina

Tudo isso ajudará sem dúvida o cliente escolher uma etiqueta sem recorrer como de costume a combinação tradicional ou do território (que convenhamos, vai muito bem...)


A Carta de vinho deve ser prática e levígel
Não deve enchê-la de efeitos especiais, o exagero é difícil de ser administrado e da a idéia quase de uma lista telefônica, enquanto a carta é preferível que se apresente magra e em número suficiente para todas as mesas, assim o cliente poderá saciar a sua curiosidade também depois de ter feito o pedido.

Se a lista é exagerada menos terá lugar para os detalhes, enquanto ao contrário uma seleção limitada dará espaço a elementos que qualificam melhor as garrafas. Somos livres de indicar também a gradação alcoólica, mais precisa ter em consideração que alguns clientes poderão ser intimidados sem razão pelo "% vol" um pouco alto...

A apresentação gráfica e o tipo de paginação deixamos seguramente a criatividade de cada um, tendo em vista que a dimensão das folhas é melhor que seja tipo A4 e que todas as seções sejam facilmente estampáveis e substituíveis.


Vão aplicados preços honestos

Aqui o discurso é mais complexo e não existem verdadeiras e próprias regras fixas, na Itália, por exemplo, a Associação Italiana de Sommelier codificou uma tabela. Segundo a faixa comercial do vinho, será operado um determinado valor:
Linha base * 3,5
Vinho médio * 3
Vinho caro * 2
Vinhos caros de maior qualidade * 1,5

Obviamente esta versão não tem relação nenhuma com a realidade dos fatos, e muito menos com a realidade Brasileira. Tudo dependerá da categoria do local, da oferta do momento e do bom senso de cada um, na hora de estipular o preço dos vinhos na sua Carta.

Boa escolha a todos.
Simone Ferreira
LCB

domingo, 13 de julho de 2008

O Sommelier

Sommelier,
é o profissional que efetua a análise organoléptica das bebidas a fim de avaliar a tipologia, a qualidade, as características, o potencial de conservação e sobre tudo a correta combinação vinho-comida.
Sommelier
É empregado em numerosas realidades empresariais.
Nos restaurantes se ocupa da seleção dos produtos, em acordo com a direção da estrutura, dos textos da apresentação dos vinhos na carta, da atualização da lista dos vinhos, assim como a gestão da cantina. Na sala do restaurante aconselha os clientes o apropriado vinho para combinar com a preparação do Chef. Cuida do serviço dos vinhos e de todas as bebidas alcoólicas.
O Sommelier não serve água, tarefa esta do garçom.

O Sommelier profissional deve conhecer as principais regiões vinícolas do mundo (enografia), a história do vinho, as técnicas culturais e enológicas, as vinhas (ampelografia), e os vinhos; além disso, não deve negligenciar o conhecimento dos destilados, dos licores, das cervejas, dos principais coqueteis internacionais, da gastronomia e da cozinha.
Os instrumentos do Sommelier:
Além da fundamental preparação técnica e a bagagem de experiência, que cada sommelier deve possuir, existem alguns acessórios que são imprecindíveis e fundamentais, são eles:


Tastevin

O primeiro é o tastevin, hoje quase em desuso como instrumento técnico, mas deve sempre estar presente no pescoço de cada sommelier, no decorrer dos anos, assumiu o valor autêntico do emblema da categoria. Hoje em dia este acessório é utilizado também para informar se um sommelier esta à serviço ou não. Quando está à serviço, o tastevin é posicionado normalmente, quando o sommelier termina o seu turno - ou até mesmo, está descansando – pendura a copa metálica no bolso do paletó: isto significa que aquele sommelier não está momentaneamente, "à serviço".

Saca-rolhas

O instrumento talvez mais importante é o saca rolhas. E com o saca rolhas que o sommelier efetua a abertura da garrafa. O saca rolhas do sommelier deve ser de bolso, de estética sobria, não particularmente vistosa. È dotato de lâmina e dente de apoio para a extração da rolha. Este tipo de saca rolhas está disponível em diversos materiais, mais as características restam sempre as mesmas.

Termômetro

Outro acessório que não pode faltar é o termômetro. Para exaltar a qualidade de um vinho, é imperativo que venha servido na justa temperatura, a qual varia, segundo a tipologia do vinho. Graças ao termômetro (existem os específicos, projetados para o uso enológico), o sommelier é capaz de avaliar se uma garrafa está com a temperatura correta ou não.

Avental

Enfim, o último elemento – não certamente por importância – é o vestuário. Quando exercita as suas funções , o sommelier deve estar vestido segundo o código e a tradição solicitadas pelas associações professionais da categoria (principalmente A.I.S. e F.I.S.A.R.). Segundo a circunstância, o vestuário pode variar, mas sempre respeitando uma regra precisa. O vestuário mais comum é o smoking, mas, em ocasiões particulares, pode resultar em necessário o frac de cerimônia. E em circunstâncias menos formais, pode ser admitido o uso do avental longo – somente de cor preta, combinando com uma camisa branca, sapato, calca preta e papillon, que pode ser preto ou ter a mesma cor do avental.

Até a próxima,
Simone Ferreira
LCB

quinta-feira, 10 de julho de 2008

Barbaresco- Città e Vino


Barbaresco

Habitantes: 630
Altitude: m 274 s.l.m.
Onde começa a Langa, as colinas assumem uma forma especial, onde começa a Langa, exatamente ali, tem o reinado um vinho, de requisitos especiais: o Barbaresco, que traz o seu nome de um pequeno pais que se encontra na crina de uma longa colina.

Barbaresco: vinho e pais são somente um, constantemente unidos.

O território

A estrutura do território é tipicamente colinar com pontos que variam de 270 a 317 mt. sobre o nível do mar.
O terreno de que é composto o território de Barbaresco na sua maior parte pertence aquela formação geológica que se chama “terreno tortoniano", umas das 14 camadas das quais é formada a pilha dos terrenos sedimentares que compõe a bacia terciária do Piemonte.
A única expressão hidrográfica que aparece no território da Comune de Barbaresco e o rio Tanaro. Existe na Comune uma nascente sulforosa.
Onde está

A Comune di Barbaresco está no Piemonte, na província de Cuneo. Chegar é simples basta dirigir-se a cidadezinha de Alba, considerada e declarada abertamente como a “capital da langhe”, zona de forte conotação ambiental conhecida no mundo por seu importante centro enológico e industrial.
Barbaresco, está a 10 Km de Alba, na margem direita do Rio Tanaro.
Distâncias:
760 Km de Paris
680 Km de Roma
145 Km de Milão
65 Km de Turim
75 Km de Cuneo.
Os aeroportos mais próximos são:
Cuneo Levaldigi - 50 Km
Torino Caselle - 80 Km
Milano Linate - 140 Km
Milano Malpensa - 150 Km

Uma torre de base quadrada, alta 36 metros , coberta e coroada de vegetação surge a 276 m. s.l.m. sobre a margem direita do Rio Tanaro, como uma sentinela da langhe ocidental e símbolo do pais que se estende aos seus pés ao longo da colina.
O nome de Barbaresco é derivado de "Barbaritium", termo usado pelos romanos fundadores de Alba Pompeia para designar um local ocupado pelos Barbaros.
Como todas as comunes da Langhe Barbaresco, foi feudo do Marques de Vasto, de Boverio de Asti, do Marques de Cortemilia, posse dos Marqueses de Busca e de Monferrato. Em 1631 houve a passagem definitiva para o Duque de Savoia.
A base econômica de Barbaresco, está na produção da uva Nebbiolo, para o celebre "Vino Barbaresco DOCG"; a Igreja da paróquia é dedicada a San Giovanni Battista.

Além da área da Comune de Barbaresco a Uva Nebbiolo destinada para a produção do vinho Barbaresco também pode ser produzida em: Neive, Treiso e parte di San Rocco Seno d’Elvio e frações de Alba.

Nossa empresa La Casa di Bacco, importa o vinho Barbaresco da Vinícola Salvano Srl de Diano d’Alba e da Vinícola Fratelli Serio & Battista Borgogno da Collina Cannubi em Barolo. Temos em estoque Barbaresco DOCG 2003 da Salvano e Barbaresco Riserva 2000 da Vinícola Fratelli.

Para informações e detalhes dos vinhos entrem em contato conosco.
Abraços e Vinhos,
Simone Ferreira
LCB

quarta-feira, 9 de julho de 2008

Bacco- Il Dio del Vino

Bacco do latino Bacchus, nome dado na antiga Roma ao Deus grego Dioniso, filho de Giove e Semele., era (e ainda é) venerado na antiguidade como o Deus do Vinho.

Para os gregos Dioniso, para os Romanos Bacco, era o Deus do vinho e do êxtase.

Segundo a versão mais difusa do mito, Dioniso nasceu da união de Zeus com Semele, filha de Cadmo, rei de Tebe. Zeus para chegar perto da mulher, que era mortal, escondeu o seu verdadeiro aspecto, mais Semele estigada da ciumenta Era, pediu para admira-lo na sua forma de deus do céu, e sendo assim Zeus apareceu como um fulmine, e ela morreu.
Zeus então salvou do seu corpo o pequeno Dioniso e o costurou na sua própria coxa para continuar a gestação; quando o menino nasceu, ele deixou com a ninfeta do monte Nisa para que o cuida-se. Crescido na solidão dos bosques, educado por Sileno, Dioniso plantou videiras, embriagando-se do “umòr che da essa cola”


Para os gregos era o Deus do Vinho e da vegetação, que ensinou aos mortais a viticultura e a vinificação. Dioniso vem sempre figurado em vasos como o Deus da vegetação, com uma taça na mão e folhas de uvas na cabeça.

Segundo a tradição, Dioniso morria a cada inverno per renascer na primavera, simbolizando com o renascimento, o ciclo, o aparecimento das frutas na terra e a promessa de ressurreição dos mortos.
Importadora La Casa di Bacco
A nossa Importadora denominada La Casa di Bacco, ou seja e A Casa do Deus do Vinho. Foi concebida em Fortaleza, nasceu em Alba e vive hoje no Brasil. Nela poderão encontrar vinhos finos das Regiões do Piemonte e Toscana.

Poderão se embriagar de cultura e com este líquido às vezes branco, vermelho, enfim um líquido milenar que fez, faz e sempre fará parte da cultura Italiana. Poderão conhecer e se entregar a este fantástico mundo de Bacco, que um dia foi dele e que hoje pertence à todos nós.

Nos embriaguemos então de cultura, de conhecimento e degustemos bons vinhos. Mais sempre com moderação e sapiência.

Afinal vinho também é cultura!!!

Enoabraços com Bacco della Casa di Bacco,
Simone Ferreira

terça-feira, 8 de julho de 2008

I Biscotti di Prato

Sem sombra de dúvida o biscoito italiano mais famoso no mundo é o “Cantucci”. Ele e o Vin Santo formam o par ideal. Servidos em todos os restaurantes Toscanos são a sobremesa mais famosa da região.

Ele nasceu pelas mãos de Antonio Mattei em 1858 em Prato. E hoje está nas prateleiras dos supermercados e lojas especializadas em todo mundo.
Apesar de serem conhecidos como Cantucci, seu verdadeiro nome é “Biscoito de Prato

Segue um pouco de história:

Casa de Biscoitos Mattei

Em 1858 Antonio Mattei, abriu em Prato, no número 22 da Via Ricasoli, a sua atividade de produção e venda dos típicos “Biscoitos de Prato” feitos com amêndoas.

A sua receita original foi logo apreciada, tanto que foi premiada pela alta gama de confeitarias. Ainda hoje a antiga loja de biscoitos Antonio Mattei, administrada pela família Pandolfini, hoje na terceira geração, continua a tradição dos “Biscoitos de Prato”, mantendo o gosto e a fragrância do biscoito de tantos anos atrás.

Os famosos Biscoitos de Prato mais conhecidos como Cantucci

Chamado impropriamente de cantucci o cantuccini, os Biscoitos de Prato fazem parte das excelências Toscanas.
São biscoitos que giraram o mundo juntamente com os tecidos de Prato. E não seria de se espantar se qualquer estrangeiro conhecesse a Itália somente pelas fazendas (tecidos) e pelos Biscoitos de Prato.
Provavelmente os melhores “cantucci” e seguramente os mais famosos são aqueles produzidos na "Biscottificio Mattei", que desde 1858 produz esses biscoitos. Mais se quiserem se aventurar na cozinha e tentar fazê-los com as proprias mãos, ai vai a receita.
A Receita
A receita é antiga; alguns dizem que a mais completa falta “algum segredo”. Pelo que se sabe o forno é um dos elementos essenciais para o bom êxito.

Ingredienti:
500 gr. di farina
250 gr. di zucchero
150 gr. di burro sciolto a bagnomaria
200 gr. di mandorle dolci
4 uova intere (di cui una per la spennellatura)
una bustina di lievito per dolci
scorza di limone grattugiata.

Preparazione: disporre la farina a fontana, aggiungere lo zucchero, le uova, la scorza di limone e il lievito, poi impastare con le mani aggiungendo il burro. L'impasto deve essere morbido; aggiungere le mandorle intere e lavorarlo ancora un po'. Dividere la pasta in filoncini della lunghezza della teglia del forno e metterli poi in forno caldo per circa 15 minuti. Dopo la cottura si tagliano i filoncini con taglio obliquo per dare al biscotto la forma caratteristica. Se si desidera biscotti più croccanti basta rimetterli in forno per cinque minuti.

Enoabraços,
Simone Ferreira
LCB